quarta-feira, 18 de agosto de 2010
sábado, 14 de agosto de 2010
ALGO SAIU ERRADO NO PROGRAMA "ENTRE ASPAS" DA GLOBONEWS
A Rede Globo, como todos sabem, é Serra, e está fazendo de tudo através de seus programas para favorecer o seu candidato e prejudicar a candidata do governo Dilma Rousseff . Um desses programas( Que eu já assisti , e também não presta) , o "Entre Aspas", da Globonews, convidou um jornalista(do grupo Globo - Revista Época) e um sociólogo. O diretor do programa acho que pensou que os dois na entrevista favoreceriam o Serra, mas algo deu errado. Eles falaram muitas verdades, e mostraram a como anda a campanha do Serra. Imperdível!!! Do wlog do João
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Três sapos
Se existem três sapos numa folha e um deles decide pular da folha para a água, quantos sapos restam na folha?
Resposta certa:
Três sapos!
Sabe por quê?
Porque o sapo apenas decidiu pular, mas ele não fez isso.
Não pulou.
Às vezes a gente não se parece com o sapo?
Quando decidimos fazer isso, fazer aquilo, e no final não fazemos nada?
Na vida temos que tomar muitas decisões.
Algumas fáceis, outras mais difíceis.
Rir é correr o risco de parecer tolo.
Chorar é correr o risco de parecer sentimental.
Abrir-se para alguém é arriscar envolvimento.
Expor as idéias e sonhos é arriscar-se a perdê-los
Amar é correr o risco de não ser amado.
Viver é correr o risco de morrer.
Ter esperança é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de falhar.
Os riscos precisam ser enfrentados porque o maior fracasso na vida é não arriscar nada.
A pessoa que não arrisca nada
Não faz nada
Não tem nada
É nada...
Ela pode evitar o sofrimento e a dor, mas não aprende, não sente , não muda, não cresce, não vive.
É uma escrava que teme a liberdade.Apenas quem arrisca é livre.
Resposta certa:
Três sapos!
Sabe por quê?
Porque o sapo apenas decidiu pular, mas ele não fez isso.
Não pulou.
Às vezes a gente não se parece com o sapo?
Quando decidimos fazer isso, fazer aquilo, e no final não fazemos nada?
Na vida temos que tomar muitas decisões.
Algumas fáceis, outras mais difíceis.
Rir é correr o risco de parecer tolo.
Chorar é correr o risco de parecer sentimental.
Abrir-se para alguém é arriscar envolvimento.
Expor as idéias e sonhos é arriscar-se a perdê-los
Amar é correr o risco de não ser amado.
Viver é correr o risco de morrer.
Ter esperança é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de falhar.
Os riscos precisam ser enfrentados porque o maior fracasso na vida é não arriscar nada.
A pessoa que não arrisca nada
Não faz nada
Não tem nada
É nada...
Ela pode evitar o sofrimento e a dor, mas não aprende, não sente , não muda, não cresce, não vive.
É uma escrava que teme a liberdade.Apenas quem arrisca é livre.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Compra da casa própria /Conheça decisões do STJ em ações sobre consórcios
O mercado de consórcio para aquisição de bens móveis e imóveis registra franco crescimento no Brasil. Segundo a Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (Abac), no primeiro semestre de 2010, o ramo imobiliário contabilizou aproximadamente 600 mil consorciados ativos. O número de novas cotas cresceu 16,2% em comparação ao mesmo período do ano passado, superando as expectativas do setor. Mas nem sempre a participação em consórcio termina na aquisição da casa própria ou do carro novo. E quando não há acordo para a anulação do negócio, o destino é o Poder Judiciário. Para resolver esses problemas, o Superior Tribunal de Justiça tem vasta jurisprudência.
No consórcio quando o membro desiste do grupo, ele tem direito à restituição das parcelas pagas, sob pena de se admitir o enriquecimento ilícito dos demais participantes e da administradora do negócio. Porém, o STJ firmou o entendimento de que a devolução não pode ser feita de forma imediata.
O fundamento dessa jurisprudência está no julgamento de Recurso Especial em que o relator, ministro aposentado Ruy Rosado de Aguiar, ponderou que “quem ingressa em negócio dessa natureza e dele se retira por disposição própria não pode ter mais direitos do que o último contemplado com o bem, ao término do prazo previsto para o grupo”. Isso porque a desistência é sempre um incidente negativo para o grupo, que deve se recompor com transferência de cota, extensão do prazo ou aumento no valor das prestações. Dessa forma, deve-se impor ao desistente o mesmo ônus de quem cumpre regularmente com as obrigações e aguarda a última distribuição do bem.
Com isso, quem desiste de consórcio tem direito ao reembolso das parcelas pagas, mas apenas 30 dias após o encerramento do grupo, considerando a data prevista no contrato para entrega do último bem. É a partir desse momento que passam a incidir os juros moratórios.
Em relação às taxas de administração, que são a remuneração da administradora pelos serviços prestados na formação, organização e administração do grupo até o seu encerramento, as administradoras de consórcios possuem total liberdade para fixar o valor, desde que se enquadre no artigo 33 da Lei 8.177/1991. O dispositivo atribuiu a competência para regulamentar e fiscalizar os consórcios ao Banco Central, que, por meio de circular, deixou ao arbítrio das administradoras o estabelecimento de sua taxa de administração e da Circular 2.766/1997.
No caso questionado, a decisão da Corte Especial afastou a aplicação, nos contratos de consórcio, do artigo 42 do Decreto 70.951/1972, que estabelece limites para taxas de administração no percentual de 12% do valor do bem com preço de até 50 salários-mínimos e 10% para bens acima desse valor.
Quando o consorciado desiste ou é excluído de um grupo de consórcio e vai à Justiça cobrar a devolução das parcelas pagas, muitas administradoras tentam se eximir da ação, alegando ilegitimidade. Argumentam que, por serem meras mandatárias de grupo de consórcio, elas não seriam parte legítima para figurar na demanda.
Mas o STJ já firmou o entendimento de que as administradoras têm legitimidade para figurar no polo passivo de ações relativas à devolução de quantia paga pelo consorciado desistente. Nesse caso, aplica-se a regra do artigo 12, inciso VII, do Código de Processo Civil.
A Corte já decidiu que o Código de Defesa do Consumidor incide nos negócios jurídicos celebrados entre as empresas responsáveis pelo consórcio e os consorciados. O artigo 82, inciso IV, do CDC estabelece que estão legitimadas para propor ação coletiva as associações legalmente constituídas há pelo menos um ano e que incluam entre os seus fins institucionais a defesa dos interesses e direitos protegidos pelo CDC.
De acordo com a jurisprudência do STJ, é abusiva cláusula de eleição de foro nos contratos de adesão a grupos de consórcios. Nos casos que envolvem interesses dos consumidores, o foro competente para processamento da ação de exibição de documento para instrução revisional de contrato de consórcio não é eleito no instrumento, devendo prevalecer o do domicílio do consumidor hipossuficiente.
Quem participa de um consórcio, recebe e usufrui do bem por longo período, e deixa de pagar as prestações, não tem os mesmos direitos de quem desiste ou é excluído do consórcio antes de receber o bem. Ou seja, segundo o STJ, existe indisfarsável desequilíbrio se fosse dado ao consumidor o direito de restituição integral do valor pago após o uso do bem.
Dessa forma, a Corte entende que o tema da alienação fiduciária se sobrepõe ao tema do consórcio. Como o consumidor já usufruiu do bem, as regras incidentes, no caso de posterior inadimplemento, são as do Decreto-Lei 911/1969, que trata de alienação fiduciária. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.
No consórcio quando o membro desiste do grupo, ele tem direito à restituição das parcelas pagas, sob pena de se admitir o enriquecimento ilícito dos demais participantes e da administradora do negócio. Porém, o STJ firmou o entendimento de que a devolução não pode ser feita de forma imediata.
O fundamento dessa jurisprudência está no julgamento de Recurso Especial em que o relator, ministro aposentado Ruy Rosado de Aguiar, ponderou que “quem ingressa em negócio dessa natureza e dele se retira por disposição própria não pode ter mais direitos do que o último contemplado com o bem, ao término do prazo previsto para o grupo”. Isso porque a desistência é sempre um incidente negativo para o grupo, que deve se recompor com transferência de cota, extensão do prazo ou aumento no valor das prestações. Dessa forma, deve-se impor ao desistente o mesmo ônus de quem cumpre regularmente com as obrigações e aguarda a última distribuição do bem.
Com isso, quem desiste de consórcio tem direito ao reembolso das parcelas pagas, mas apenas 30 dias após o encerramento do grupo, considerando a data prevista no contrato para entrega do último bem. É a partir desse momento que passam a incidir os juros moratórios.
Em relação às taxas de administração, que são a remuneração da administradora pelos serviços prestados na formação, organização e administração do grupo até o seu encerramento, as administradoras de consórcios possuem total liberdade para fixar o valor, desde que se enquadre no artigo 33 da Lei 8.177/1991. O dispositivo atribuiu a competência para regulamentar e fiscalizar os consórcios ao Banco Central, que, por meio de circular, deixou ao arbítrio das administradoras o estabelecimento de sua taxa de administração e da Circular 2.766/1997.
No caso questionado, a decisão da Corte Especial afastou a aplicação, nos contratos de consórcio, do artigo 42 do Decreto 70.951/1972, que estabelece limites para taxas de administração no percentual de 12% do valor do bem com preço de até 50 salários-mínimos e 10% para bens acima desse valor.
Quando o consorciado desiste ou é excluído de um grupo de consórcio e vai à Justiça cobrar a devolução das parcelas pagas, muitas administradoras tentam se eximir da ação, alegando ilegitimidade. Argumentam que, por serem meras mandatárias de grupo de consórcio, elas não seriam parte legítima para figurar na demanda.
Mas o STJ já firmou o entendimento de que as administradoras têm legitimidade para figurar no polo passivo de ações relativas à devolução de quantia paga pelo consorciado desistente. Nesse caso, aplica-se a regra do artigo 12, inciso VII, do Código de Processo Civil.
A Corte já decidiu que o Código de Defesa do Consumidor incide nos negócios jurídicos celebrados entre as empresas responsáveis pelo consórcio e os consorciados. O artigo 82, inciso IV, do CDC estabelece que estão legitimadas para propor ação coletiva as associações legalmente constituídas há pelo menos um ano e que incluam entre os seus fins institucionais a defesa dos interesses e direitos protegidos pelo CDC.
De acordo com a jurisprudência do STJ, é abusiva cláusula de eleição de foro nos contratos de adesão a grupos de consórcios. Nos casos que envolvem interesses dos consumidores, o foro competente para processamento da ação de exibição de documento para instrução revisional de contrato de consórcio não é eleito no instrumento, devendo prevalecer o do domicílio do consumidor hipossuficiente.
Quem participa de um consórcio, recebe e usufrui do bem por longo período, e deixa de pagar as prestações, não tem os mesmos direitos de quem desiste ou é excluído do consórcio antes de receber o bem. Ou seja, segundo o STJ, existe indisfarsável desequilíbrio se fosse dado ao consumidor o direito de restituição integral do valor pago após o uso do bem.
Dessa forma, a Corte entende que o tema da alienação fiduciária se sobrepõe ao tema do consórcio. Como o consumidor já usufruiu do bem, as regras incidentes, no caso de posterior inadimplemento, são as do Decreto-Lei 911/1969, que trata de alienação fiduciária. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.
sábado, 7 de agosto de 2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
DE QUEM É O BEBê ?
Lula na Inglaterra pergunta à
rainha:
- Senhora rainha, como consegue
escolher tantos ministro
tão
maravilhosos?
Sua majestade
responde:
- Eu apenas faço uma
pergunta inteligente. Se a
pessoa souber
responder ela é
capacitada a ser
ministro. Vou lhe dar um exemplo..
A rainha manda chamar Tony
Blair e
pergunta:
- Mr. Blair, seu pai e sua
mãe têm um bebê. Ele não é seu
irmão nem
sua irmã.. Quem é ele?
Tony Blair
responde:
- Majestade, esse bebê sou
eu.
Ela vira pra Lula:
- Viu só?
Mereceu ser
ministro.
Lula maravilhado volta ao Brasil.
Chegando aqui,
chama a ministra
Dilma Roussef e lasca a
pergunta:
- Companheira Dilma, seu pai e sua
mãe têm um bebê. Ele não é seu
irmão nem sua irmã. Quem ele é?
A ministra
responde:
- Senhor presidente, vou
consultar
nossos assessores e a base
aliada e lhe trago a resposta..
Vai
então e cobra a resposta. Ninguém sabe..
Aconselham
perguntar ao ex-presidente FHC, que é muito inteligente.
Dilma liga pra FHC:
- Fernando Henrique, aqui é
a Dilma Roussef.
Tenho uma pergunta pra
você: se seu pai
e sua mãe
têm um bebê e esse bebê
não é seu
irmão
nem sua irmã, quem
é esse bebê?
O ex-presidente responde
imediatamente:
- Ora senhora
ministra, é
lógico que esse bebê sou eu!
A ministra vai
correndo levar a
resposta ao Lula:
- Sr. Presidente,
se meu pai e minha mãe têm um bebê e esse bebê
não é meu irmão nem minha irmã, é
lógico que ele só pode ser o Fernando Henrique
Cardoso.
Lula dá seu sorrisinho sabido e
diz:
- Te peguei, companheira Dilma. Sua
resposta está
completamente
errada... o bebê é o
Tony Blair. *
rainha:
- Senhora rainha, como consegue
escolher tantos ministro
tão
maravilhosos?
Sua majestade
responde:
- Eu apenas faço uma
pergunta inteligente. Se a
pessoa souber
responder ela é
capacitada a ser
ministro. Vou lhe dar um exemplo..
A rainha manda chamar Tony
Blair e
pergunta:
- Mr. Blair, seu pai e sua
mãe têm um bebê. Ele não é seu
irmão nem
sua irmã.. Quem é ele?
Tony Blair
responde:
- Majestade, esse bebê sou
eu.
Ela vira pra Lula:
- Viu só?
Mereceu ser
ministro.
Lula maravilhado volta ao Brasil.
Chegando aqui,
chama a ministra
Dilma Roussef e lasca a
pergunta:
- Companheira Dilma, seu pai e sua
mãe têm um bebê. Ele não é seu
irmão nem sua irmã. Quem ele é?
A ministra
responde:
- Senhor presidente, vou
consultar
nossos assessores e a base
aliada e lhe trago a resposta..
Vai
então e cobra a resposta. Ninguém sabe..
Aconselham
perguntar ao ex-presidente FHC, que é muito inteligente.
Dilma liga pra FHC:
- Fernando Henrique, aqui é
a Dilma Roussef.
Tenho uma pergunta pra
você: se seu pai
e sua mãe
têm um bebê e esse bebê
não é seu
irmão
nem sua irmã, quem
é esse bebê?
O ex-presidente responde
imediatamente:
- Ora senhora
ministra, é
lógico que esse bebê sou eu!
A ministra vai
correndo levar a
resposta ao Lula:
- Sr. Presidente,
se meu pai e minha mãe têm um bebê e esse bebê
não é meu irmão nem minha irmã, é
lógico que ele só pode ser o Fernando Henrique
Cardoso.
Lula dá seu sorrisinho sabido e
diz:
- Te peguei, companheira Dilma. Sua
resposta está
completamente
errada... o bebê é o
Tony Blair. *
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Preferência do eleitor
Partido mais popular do país desde o ano 2000, o PT reconquistou o apoio que havia perdido durante a crise do mensalão e hoje é apontado como a legenda preferida por 25% dos eleitores, patamar mais alto de sua história.
Segundo as tendências, o PT poderá eleger mais de cem deputados federais este ano. O PMDB aparece em segundo lugar na preferência dos eleitores com 7%. O PSDB alcançou 5%. do Noca
Segundo as tendências, o PT poderá eleger mais de cem deputados federais este ano. O PMDB aparece em segundo lugar na preferência dos eleitores com 7%. O PSDB alcançou 5%. do Noca
domingo, 1 de agosto de 2010
Quem sou eu?
Nesta altura da vida já não sei mais quem sou...
Vejam só que dilema:
Na ficha da loja sou CLIENTE, no restaurante FREGUÊS, quando alugo uma casa INQUILINO, na condução PASSAGEIRO, nos correios REMETENTE, no supermercado CONSUMIDOR.
Para a Receita Federal CONTRIBUINTE, se vendo algo importado CONTRABANDISTA. Se revendo algo, sou MUAMBEIRO, se o carnê tá com o prazo vencido INADIMPLENTE, se não pago imposto SONEGADOR. Para votar ELEITOR, mas em comícios MASSA , em viagens TURISTA , na rua caminhando PEDESTRE, se sou atropelado ACIDENTADO, no hospital PACIENTE.
Nos jornais viro VÍTIMA, se compro um livro LEITOR, se ouço rádio OUVINTE. Para o Ibope ESPECTADOR, para apresentador de televisão TELESPECTADOR, no campo de futebol TORCEDOR.
Se sou corintiano, SOFREDOR. Se sou palmeirense, SOU PORCO, Se sou santista, SOU PEIXE, Se sou são paulino, SOU PÓ DE ARROZ... Agora, já virei GALERA. (se trabalho na ANATEL , sou COLABORADOR ) e, quando morrer... uns dirão... FINADO, outros... DEFUNTO, para outros... EXTINTO , para o povão... PRESUNTO...
Em certos círculos espiritualistas serei... DESENCARNADO, evangélicos dirão que fui... ARREBATADO...
E o pior de tudo é que para todo governante sou apenas um IMBECIL !!!
E pensar que um dia já fui mais EU.
Luiz Fernando Veríssimo
Vejam só que dilema:
Na ficha da loja sou CLIENTE, no restaurante FREGUÊS, quando alugo uma casa INQUILINO, na condução PASSAGEIRO, nos correios REMETENTE, no supermercado CONSUMIDOR.
Para a Receita Federal CONTRIBUINTE, se vendo algo importado CONTRABANDISTA. Se revendo algo, sou MUAMBEIRO, se o carnê tá com o prazo vencido INADIMPLENTE, se não pago imposto SONEGADOR. Para votar ELEITOR, mas em comícios MASSA , em viagens TURISTA , na rua caminhando PEDESTRE, se sou atropelado ACIDENTADO, no hospital PACIENTE.
Nos jornais viro VÍTIMA, se compro um livro LEITOR, se ouço rádio OUVINTE. Para o Ibope ESPECTADOR, para apresentador de televisão TELESPECTADOR, no campo de futebol TORCEDOR.
Se sou corintiano, SOFREDOR. Se sou palmeirense, SOU PORCO, Se sou santista, SOU PEIXE, Se sou são paulino, SOU PÓ DE ARROZ... Agora, já virei GALERA. (se trabalho na ANATEL , sou COLABORADOR ) e, quando morrer... uns dirão... FINADO, outros... DEFUNTO, para outros... EXTINTO , para o povão... PRESUNTO...
Em certos círculos espiritualistas serei... DESENCARNADO, evangélicos dirão que fui... ARREBATADO...
E o pior de tudo é que para todo governante sou apenas um IMBECIL !!!
E pensar que um dia já fui mais EU.
Luiz Fernando Veríssimo
sábado, 31 de julho de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
*CONHECER E TRATAR COM PESSOAS *
Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso
surpreende muita gente. Figuras sem um Vistoso currículo acadêmico, sem um
grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal.
Figuras como o Raul.
Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um
colega de classe, o Pena, que era um gênio. Na hora de fazer um trabalho em
grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo
sozinho. Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e
ainda desenhava a capa do trabalho - com tinta Nanquim. Já o Raul, nem dava
palpite. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só,
apoiar o Pena. Qualquer coisa que o Pena precisasse, o Raul já estava
Providenciando, antes que o Pena concluísse a frase.
Deu no que deu. O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma. E o resto
de nós passou meio na carona do Pena - que, além de nos dar uma
colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas
provas.
No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de 'paradigma Do
estudante que enobrece esta instituição de ensino'.
E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo. Dez anos depois, o Pena era a
estrela da área de planejamento de uma multinacional. Brilhante como sempre,
ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos. E quem era
o chefe do Pena?
O Raul.
E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição?
Ninguém na empresa sabia explicar direito. O Raul vivia repetindo que tinha
subordinados melhores do que ele, e ninguém ali parecia discordar de tal
afirmação. Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele
apoiava. Alguém tinha um problema? Era só falar com o Raul que o Raul dava
um jeito.
Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para
Miami, onde fica a sede da empresa. Quando conversou comigo, o Raul disse
que havia ficado surpreso com o convite. Porque, ali na matriz, o mais
burrinho já tinha sido astronauta.
E eu perguntei ao Raul qual era a função dele. Pergunta inócua, porque eu já
sabia a resposta. O Raul apoiava. Direcionava daqui, facilitava dali, essas
coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami
para fazer. Foi quando, num evento em São Paulo , eu conheci o
Vice-presidente de recursos humanos da empresa do Raul. E ele me contou que
o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável:... ele entendia de gente.
Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios
subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor, e fossem mais
produtivos. E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel
Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima:
'Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo'.
Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar
as relações entre as pessoas. Perto do Raul, todo comprador normal se sentia
um expert, e todo pintor comum, um gênio. Essa era a principal competência
dele.
*'Há grandes Homens que fazem com que todos se sintam pequenos. **
Mas, o verdadeiro Grande Homem é aquele que faz com que todos se sintam
Grandes.*
*(Texto de Max Gehringer )*
surpreende muita gente. Figuras sem um Vistoso currículo acadêmico, sem um
grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal.
Figuras como o Raul.
Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um
colega de classe, o Pena, que era um gênio. Na hora de fazer um trabalho em
grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo
sozinho. Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e
ainda desenhava a capa do trabalho - com tinta Nanquim. Já o Raul, nem dava
palpite. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só,
apoiar o Pena. Qualquer coisa que o Pena precisasse, o Raul já estava
Providenciando, antes que o Pena concluísse a frase.
Deu no que deu. O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma. E o resto
de nós passou meio na carona do Pena - que, além de nos dar uma
colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas
provas.
No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de 'paradigma Do
estudante que enobrece esta instituição de ensino'.
E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo. Dez anos depois, o Pena era a
estrela da área de planejamento de uma multinacional. Brilhante como sempre,
ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos. E quem era
o chefe do Pena?
O Raul.
E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição?
Ninguém na empresa sabia explicar direito. O Raul vivia repetindo que tinha
subordinados melhores do que ele, e ninguém ali parecia discordar de tal
afirmação. Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele
apoiava. Alguém tinha um problema? Era só falar com o Raul que o Raul dava
um jeito.
Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para
Miami, onde fica a sede da empresa. Quando conversou comigo, o Raul disse
que havia ficado surpreso com o convite. Porque, ali na matriz, o mais
burrinho já tinha sido astronauta.
E eu perguntei ao Raul qual era a função dele. Pergunta inócua, porque eu já
sabia a resposta. O Raul apoiava. Direcionava daqui, facilitava dali, essas
coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami
para fazer. Foi quando, num evento em São Paulo , eu conheci o
Vice-presidente de recursos humanos da empresa do Raul. E ele me contou que
o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável:... ele entendia de gente.
Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios
subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor, e fossem mais
produtivos. E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel
Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima:
'Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo'.
Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar
as relações entre as pessoas. Perto do Raul, todo comprador normal se sentia
um expert, e todo pintor comum, um gênio. Essa era a principal competência
dele.
*'Há grandes Homens que fazem com que todos se sintam pequenos. **
Mas, o verdadeiro Grande Homem é aquele que faz com que todos se sintam
Grandes.*
*(Texto de Max Gehringer )*
quarta-feira, 28 de julho de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
domingo, 25 de julho de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
Corretores de imóveis podem conquistar nova fonte de renda mensal
Os corretores de imóveis podem obter nova renda mensal redigindo um documento chamado “Escrito Particular de Venda”. Segundo o código civil, artigo 108, este documento pode substituir a escritura pública nos imóveis ou terrenos com valor menor ou igual a 30 salários mínimos. Os profissionais que moram em cidades pequenas são os mais beneficiados, pois ainda existem propriedades neste valor.
Este serviço é ainda pouco divulgado, então muitas vezes é desconhecido pelos registros de imóveis. Os profissionais devem conversar com os oficiais e alertá-los sobre a validade do documento que é garantido por lei. O contrato deve conter todas as exigências dos artigos 222 e 225 da lei 6.015/73, firmas reconhecidas, inclusive as das testemunhas, e ser enviado aos registros em duas vias.
O corretor de imóveis de Siqueira Campos, Rodrigo D. Teixeira, há um ano redige o Escrito Particular e afirma que é muito simples trabalhar com este sistema. “Descobri que este documento era válido em um livro de direito imobiliário e comecei a utilizá-lo, atualmente já produzi mais de 100 minutas”. 4
Teixeira comenta também que alertou o vice-presidente licenciado do Creci-PR, Junior Pucci, para que divulgasse esta informação para os outros corretores de imóveis do Paraná. “Muitos profissionais não trabalham com isso por que desconhecem o Escrito Particular, portanto achei interessante compartilhar a minha experiência com os meus colegas de classe”.
Junior Pucci relatou que este documento é muito interessante e que o profissional está de parabéns pela iniciativa. “Pessoas como Teixeira contribuem muito para a
classe imobiliária, ajudam a profissão a evoluir”.
Este serviço é ainda pouco divulgado, então muitas vezes é desconhecido pelos registros de imóveis. Os profissionais devem conversar com os oficiais e alertá-los sobre a validade do documento que é garantido por lei. O contrato deve conter todas as exigências dos artigos 222 e 225 da lei 6.015/73, firmas reconhecidas, inclusive as das testemunhas, e ser enviado aos registros em duas vias.
O corretor de imóveis de Siqueira Campos, Rodrigo D. Teixeira, há um ano redige o Escrito Particular e afirma que é muito simples trabalhar com este sistema. “Descobri que este documento era válido em um livro de direito imobiliário e comecei a utilizá-lo, atualmente já produzi mais de 100 minutas”. 4
Teixeira comenta também que alertou o vice-presidente licenciado do Creci-PR, Junior Pucci, para que divulgasse esta informação para os outros corretores de imóveis do Paraná. “Muitos profissionais não trabalham com isso por que desconhecem o Escrito Particular, portanto achei interessante compartilhar a minha experiência com os meus colegas de classe”.
Junior Pucci relatou que este documento é muito interessante e que o profissional está de parabéns pela iniciativa. “Pessoas como Teixeira contribuem muito para a
classe imobiliária, ajudam a profissão a evoluir”.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
ANTONIO ERMIRIO DE MORAES
“Se você ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte cena:
Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente algumas nuvens aqui e ali.
Aí chega alguém que também não tem nada para fazer e pergunta:
- Será que vai chover hoje?
Se você responder “com certeza”… a sua área é Vendas:
O pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo.
Se a resposta for “sei lá, estou pensando em outra coisa”… então a sua aérea é Marketing:
O pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros não estão pensando.
Se você responder “sim, há uma boa probabilidade”… você é da área de Engenharia:
O pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o universo em números.
Se a resposta for “depende”… você nasceu para Recursos Humanos:
Uma área em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.
Se você responder “ah, a meteorologia diz que não”… você é da área de Contabilidade:
O pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados do que nos próprios olhos.
Se a resposta for “sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um guarda-chuvas”:
Então seu lugar é na área Financeira que deve estar sempre bem preparada para qualquer virada de tempo.
Agora, se você responder “não sei”…
há uma boa chance de que você tenha uma carreira de sucesso e acabe chegando à diretoria da empresa.
De cada 100 pessoas, só uma tem a coragem de responder “não sei” quando não sabe.
Os outros 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual for, para qualquer situação.
“Não sei” é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo,
e pré-dispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma decisão.
Parece simples,
mas responder “não sei” é uma das coisas mais difíceis de se aprender na vida corporativa.
Por quê?
Eu sinceramente “não sei”.
(Antonio Ermírio de Moraes – Revista Exame)
Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente algumas nuvens aqui e ali.
Aí chega alguém que também não tem nada para fazer e pergunta:
- Será que vai chover hoje?
Se você responder “com certeza”… a sua área é Vendas:
O pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo.
Se a resposta for “sei lá, estou pensando em outra coisa”… então a sua aérea é Marketing:
O pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros não estão pensando.
Se você responder “sim, há uma boa probabilidade”… você é da área de Engenharia:
O pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o universo em números.
Se a resposta for “depende”… você nasceu para Recursos Humanos:
Uma área em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.
Se você responder “ah, a meteorologia diz que não”… você é da área de Contabilidade:
O pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados do que nos próprios olhos.
Se a resposta for “sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um guarda-chuvas”:
Então seu lugar é na área Financeira que deve estar sempre bem preparada para qualquer virada de tempo.
Agora, se você responder “não sei”…
há uma boa chance de que você tenha uma carreira de sucesso e acabe chegando à diretoria da empresa.
De cada 100 pessoas, só uma tem a coragem de responder “não sei” quando não sabe.
Os outros 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual for, para qualquer situação.
“Não sei” é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo,
e pré-dispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma decisão.
Parece simples,
mas responder “não sei” é uma das coisas mais difíceis de se aprender na vida corporativa.
Por quê?
Eu sinceramente “não sei”.
(Antonio Ermírio de Moraes – Revista Exame)
terça-feira, 13 de julho de 2010
segunda-feira, 12 de julho de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
domingo, 4 de julho de 2010
LUTO - Morreu Said Ferreira ex-prefeito de Maringá

Morreu ex-prefeito de Maringá Said Felício Ferreira. A notícia foi dada em 1a mão por @UlissesMaia Consta que não resistiu a cirurgia de ponte de safena em São Paulo. Ele foi prefeito de Maringá de 1983 a 1988 e de 1993 a 1996, deputado federal, de
1991 a 1992. Said era diretor do Hospital São Marcos.
Leia mais:Aqui
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Reajuste de parcelas de imóveis novos supera a inflação
Variação do INCC atingiu 1,77% em junho, enquanto a projeção do mercado é que o IPCA suba 0,14% neste mês
A disparada dos preços da construção civil vai pesar no bolso de quem comprou imóvel na planta. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), indicador que reajusta as parcelas de apartamentos em construção, traz variações maiores do que a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em junho, o INCC subiu 1,77%, enquanto a projeção do mercado financeiro, no último boletim Focus, é que a variação da inflação seja de 0,14%.
Marina Gazzoni, iG São Paulo
A disparada dos preços da construção civil vai pesar no bolso de quem comprou imóvel na planta. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), indicador que reajusta as parcelas de apartamentos em construção, traz variações maiores do que a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em junho, o INCC subiu 1,77%, enquanto a projeção do mercado financeiro, no último boletim Focus, é que a variação da inflação seja de 0,14%.
Marina Gazzoni, iG São Paulo
sábado, 26 de junho de 2010
quarta-feira, 23 de junho de 2010
sábado, 19 de junho de 2010
Maringá
Maringá era uma cidade planejada,agora estao destruindo
todo o planejamento da cidade com o tal binário, sem contar
que breve vai ser inaugurado o Catuaí,alí já está um transito
caótico, imagina quando o shopping estiver funcionando;até agora
ninguém se movimentou neste sentido.
todo o planejamento da cidade com o tal binário, sem contar
que breve vai ser inaugurado o Catuaí,alí já está um transito
caótico, imagina quando o shopping estiver funcionando;até agora
ninguém se movimentou neste sentido.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Manchete
A página de esportes costuma noticiar as
realizações do ser humano.A primeira página,
seus fracassos.
realizações do ser humano.A primeira página,
seus fracassos.
Senado aprova emenda que tira royalties do Rio ( 41*28)
BRASÍLIA - O senado aprovou às 2h25m de hoje, por 41 votos a favor e 28 contra, texto do senador Pedro Simon (PMDB-RS) que ressuscita a Emenda Ibsen e redistribui os royalties do petróleo de forma igualitária entre todos os estados e municípios do país. O texto volta para a Câmara dos Deputados, mas esta não pode fazer alterações, apenas aprová-lo ou rejeitá-lo. O senador Francisco Dornelles (PP-RJ) afirmou que o Estado do Rio perderá R$ 10 bilhões por ano com a medida. As bancadas do Rio e do Espírito Santo, os maiores produtores de petróleo e que hoje mais recebem por isso, ameaçam recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a medida por considerá-la inconstitucional.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
ECONOMIA CRESCE 9% NO PRIMEIRO TRIMESTRE
RIO - O aumento de 2,7% no PIB do Brasil no primeiro trimestre de 2010 ante o quarto trimestre de 2009 foi um dos maiores patamares de crescimento do mundo para este período de comparação. Na comparação com igual período em 2009, quando a economia do País cresceu 9,0% nos primeiros três meses deste ano, esta taxa de elevação só não superou a alta do PIB da China para o mesmo período. A informação é da gerente de contas trimestrais do IBGE, Rebeca Palis. "Realmente, especificamente neste trimestre, o crescimento do PIB no Brasil só não foi mais alto do que o da China", avaliou.
A especialista fez a observação com base em dois levantamentos: um trata da evolução do PIB no primeiro trimestre deste ano ante quarto trimestre de 2009 em 17 países e/ou regiões, incluindo o Brasil; e outro foca na movimentação das taxas de crescimento da economia entre os países do chamado grupo BRIC. O IBGE tratou os dados relacionados à economia dos outros países com a ajuda do Instituto de Estatísticas, ligado ao Banco Central.
Em uma lista de 17 países, o PIB do Brasil no primeiro trimestre ante o quarto trimestre de 2009 superou as taxas de crescimento (ou de queda na economia) para o mesmo período de comparação, do Canadá (1,5%); Suécia (1,4%); Japão (1,2%); Portugal ( 1,0%); Estados Unidos (0,8%); Itália (0,5%); Suíça (0,4%); Reino Unido (0,3%); Alemanha (0,2%); União Europeia (0,2%); países da zona do euro (0,2%); Espanha (0,1%); França (0,1%); México (-0,4%); Grécia (-0,8%); e Chile (-1,5%).
O IBGE foi mais longe, e realizou outro levantamento, desta vez comparando o crescimento da economia brasileira no primeiro trimestre deste ano com igual trimestre do ano anterior, somente entre os países do grupo BRIC. O período de comparação neste levantamento, usado pelo IBGE, foi diferente, visto que a China e a Índia não divulgam dados que eliminam os efeitos sazonais no cálculo de suas taxas de PIB. Nos primeiros três meses de 2010, ante igual período no ano passado, a economia na China cresceu 11,9%, e ocupa a primeira posição entre as nações dos BRICs, seguida pelo Brasil, com alta de 9,0% no PIB nesta mesma comparação. O terceiro lugar é ocupado pela Índia, com aumento de 8,0% no PIB, no primeiro trimestre de 2010 ante primeiro trimestre de 2009; seguida por Rússia, com alta de 4,5% no PIB nos três primeiros meses deste ano, ante igual trimestre no ano passado.
Porém, a gerente fez uma ressalva. A especialista comentou que as taxas de crescimento do PIB brasileiro foram auxiliadas pela utilização de uma base de comparação baixa, refletindo os primeiros meses de 2009, quando a economia brasileira sentia os efeitos mais agudos da crise global.
Ela informou ainda que não incluiu no levantamento países africanos, por exemplo, cujo PIB oscila de uma forma muito brusca com o passar dos trimestres. "Alguns países africanos, se for construída uma fábrica em um trimestre, o PIB naquele período dá um salto muito brusco. Temos que encarar estas comparações com muito cuidado", comentou.Fonte: Estadão
A especialista fez a observação com base em dois levantamentos: um trata da evolução do PIB no primeiro trimestre deste ano ante quarto trimestre de 2009 em 17 países e/ou regiões, incluindo o Brasil; e outro foca na movimentação das taxas de crescimento da economia entre os países do chamado grupo BRIC. O IBGE tratou os dados relacionados à economia dos outros países com a ajuda do Instituto de Estatísticas, ligado ao Banco Central.
Em uma lista de 17 países, o PIB do Brasil no primeiro trimestre ante o quarto trimestre de 2009 superou as taxas de crescimento (ou de queda na economia) para o mesmo período de comparação, do Canadá (1,5%); Suécia (1,4%); Japão (1,2%); Portugal ( 1,0%); Estados Unidos (0,8%); Itália (0,5%); Suíça (0,4%); Reino Unido (0,3%); Alemanha (0,2%); União Europeia (0,2%); países da zona do euro (0,2%); Espanha (0,1%); França (0,1%); México (-0,4%); Grécia (-0,8%); e Chile (-1,5%).
O IBGE foi mais longe, e realizou outro levantamento, desta vez comparando o crescimento da economia brasileira no primeiro trimestre deste ano com igual trimestre do ano anterior, somente entre os países do grupo BRIC. O período de comparação neste levantamento, usado pelo IBGE, foi diferente, visto que a China e a Índia não divulgam dados que eliminam os efeitos sazonais no cálculo de suas taxas de PIB. Nos primeiros três meses de 2010, ante igual período no ano passado, a economia na China cresceu 11,9%, e ocupa a primeira posição entre as nações dos BRICs, seguida pelo Brasil, com alta de 9,0% no PIB nesta mesma comparação. O terceiro lugar é ocupado pela Índia, com aumento de 8,0% no PIB, no primeiro trimestre de 2010 ante primeiro trimestre de 2009; seguida por Rússia, com alta de 4,5% no PIB nos três primeiros meses deste ano, ante igual trimestre no ano passado.
Porém, a gerente fez uma ressalva. A especialista comentou que as taxas de crescimento do PIB brasileiro foram auxiliadas pela utilização de uma base de comparação baixa, refletindo os primeiros meses de 2009, quando a economia brasileira sentia os efeitos mais agudos da crise global.
Ela informou ainda que não incluiu no levantamento países africanos, por exemplo, cujo PIB oscila de uma forma muito brusca com o passar dos trimestres. "Alguns países africanos, se for construída uma fábrica em um trimestre, o PIB naquele período dá um salto muito brusco. Temos que encarar estas comparações com muito cuidado", comentou.Fonte: Estadão
Nova carteira de identidade vai reduzir fraudes, afirma diretor-geral da PF
O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Luiz Fernando Corrêa, disse nesta quarta-feira (9) que o novo documento de identificação civil vai reduzir as fraudes e a meta é chegar a 80% de eficácia em segurança.
“Com esse documento não haverá dúvidas da legitimidade do indivíduo”, afirmou durante o 2º Congresso da Cidadania Digital, que termina hoje em Brasília. A nova identidade será um documento único que reunirá dados como o Registro Geral (RG), o Cadastro de Pessoa Física (CPF), o Título de Eleitor e a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Corrêa ressaltou que o atual sistema de identificação é falho, pois cada estado emite a carteira de identidade com base em pesquisas de um banco de dados local, o que possibilita a duplicidade de registros.
O novo Registro de Identificação Civil foi regulamentado em maio pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Porém, de acordo com o Ministério da Justiça, ainda não há informações de quando o sistema será implementado no país.
Da Agência Brasil
“Com esse documento não haverá dúvidas da legitimidade do indivíduo”, afirmou durante o 2º Congresso da Cidadania Digital, que termina hoje em Brasília. A nova identidade será um documento único que reunirá dados como o Registro Geral (RG), o Cadastro de Pessoa Física (CPF), o Título de Eleitor e a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Corrêa ressaltou que o atual sistema de identificação é falho, pois cada estado emite a carteira de identidade com base em pesquisas de um banco de dados local, o que possibilita a duplicidade de registros.
O novo Registro de Identificação Civil foi regulamentado em maio pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Porém, de acordo com o Ministério da Justiça, ainda não há informações de quando o sistema será implementado no país.
Da Agência Brasil
sexta-feira, 4 de junho de 2010
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Novo
Se voce quer mudar uma situacao,nao adianta buscar
as pessoas formadas naquela realidade.precisa de novo.
as pessoas formadas naquela realidade.precisa de novo.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Curso Técnico Exitum de Curitiba não da diploma a seus alunos
O Centro de Educação Profissional EXITUM tem como mantenedora a empresa paranaense EXITUM DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL LTDA, com CNPJ 07-157.144/0001-03, sede na região central da cidade de Curitiba, na rua General Carneiro, nº 1073, no Estado do Paraná, o qual oferta cursos técnicos na modalidade a distância.
O corpo operacional / administrativo da Entidade Mantenedora é possuidor de vasta experiência em educação, inclusive com parcerias em diversas instituições educacionais em outros estados brasileiros.
Isto tudo é o que eles dizem em seu site, mais a realidade é bem outra, de acordo com denúncias recebidas pela equipe do SJP News o Centro de Educação Exitum é uma verdadeira mentira, no site vemos links com avaliações online e atendimento com professores algo que nunca funcionou no site do curso. Outra denúncia é a falha nas aulas, pois há alunos que frequentaram o curso e nunca tiveram uma aula se quer em sala, sem contar as provas mau elaboradas.
Ao fazer a matricula na escola, o aluno recebe uma apostila com diversas divergências que nem professores formados compreendem ela, porém o objetivo desta apostila é fazer com que o aluno não passe na prova, assim tendo ele que pagar 30,00 reais por prova, beneficiando o caixa da escola. Outro fato que foi denunciado é que nenhum funcionário para na instituição, cada dia tem alguém diferente na secretária que não entende de nada sobre os assuntos da escola.
De acordo com o Aluno que denunciou, o diretor da instituição também não para no curso, não há ninguém responsável, ao iniciar o curso o aluno paga em média 1400,00 reais e deve concluir o curso em no máximo 8 meses, caso contrário é obrigado a pagar o curso novamente.
Porém mesmo que o aluno termine o curso dentro do prazo de 8 meses ele ainda por fim não recebe o seu diploma. É verdade ainda isto, um roubo total, o diploma por lei pode demorar até 90 dias para ser feito, mais no Exitum á pessoas que aguardam á mais de um ano. E até agora nada de diploma!
Por isto fique atento, empresas picaretas também serão denunciadas aqui no SJP News, um curso mentiroso de acordo com denúncias. O espaço fica aqui aberto aguardando respostas do Curso Exitum de Curitiba, também aguardamos a fiscalização e respostas do Procon.
Aline Dariane Wojsa
www.SJPNews.com.br / Redação
O corpo operacional / administrativo da Entidade Mantenedora é possuidor de vasta experiência em educação, inclusive com parcerias em diversas instituições educacionais em outros estados brasileiros.
Isto tudo é o que eles dizem em seu site, mais a realidade é bem outra, de acordo com denúncias recebidas pela equipe do SJP News o Centro de Educação Exitum é uma verdadeira mentira, no site vemos links com avaliações online e atendimento com professores algo que nunca funcionou no site do curso. Outra denúncia é a falha nas aulas, pois há alunos que frequentaram o curso e nunca tiveram uma aula se quer em sala, sem contar as provas mau elaboradas.
Ao fazer a matricula na escola, o aluno recebe uma apostila com diversas divergências que nem professores formados compreendem ela, porém o objetivo desta apostila é fazer com que o aluno não passe na prova, assim tendo ele que pagar 30,00 reais por prova, beneficiando o caixa da escola. Outro fato que foi denunciado é que nenhum funcionário para na instituição, cada dia tem alguém diferente na secretária que não entende de nada sobre os assuntos da escola.
De acordo com o Aluno que denunciou, o diretor da instituição também não para no curso, não há ninguém responsável, ao iniciar o curso o aluno paga em média 1400,00 reais e deve concluir o curso em no máximo 8 meses, caso contrário é obrigado a pagar o curso novamente.
Porém mesmo que o aluno termine o curso dentro do prazo de 8 meses ele ainda por fim não recebe o seu diploma. É verdade ainda isto, um roubo total, o diploma por lei pode demorar até 90 dias para ser feito, mais no Exitum á pessoas que aguardam á mais de um ano. E até agora nada de diploma!
Por isto fique atento, empresas picaretas também serão denunciadas aqui no SJP News, um curso mentiroso de acordo com denúncias. O espaço fica aqui aberto aguardando respostas do Curso Exitum de Curitiba, também aguardamos a fiscalização e respostas do Procon.
Aline Dariane Wojsa
www.SJPNews.com.br / Redação
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Licão de cidadania
Num País onde a expressão *sabe com quem está falando*? é um dado
cultural típico,é possível obter licões de cidadania onde menos se espera.
contratados para auxiliar nos servicos de portaria do Superior Tribunal de
Justica,funcionários com síndrome de Down são fiéis cumpridores de suas obrigacões
e tem uma incrivel capacidade de ignorar apelos dessa natureza,indecorosos e
inconvenientes.Depois de sua chegada ao STJ,a acão dos atravessadores da igualdade
social foi reduzida a um índice próximo de zero.
deu na Epoca
cultural típico,é possível obter licões de cidadania onde menos se espera.
contratados para auxiliar nos servicos de portaria do Superior Tribunal de
Justica,funcionários com síndrome de Down são fiéis cumpridores de suas obrigacões
e tem uma incrivel capacidade de ignorar apelos dessa natureza,indecorosos e
inconvenientes.Depois de sua chegada ao STJ,a acão dos atravessadores da igualdade
social foi reduzida a um índice próximo de zero.
deu na Epoca
sexta-feira, 21 de maio de 2010
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Só Rindo
Um fiscal do Ibama recebe uma denúncia e vai verificar:
Dirige-se para o sítio de um minerim. Chegando no local sem se identificar, vai logo travando um diálogo:
Fiscal: - Bom dia!
Mineiro: - Bom dia, moço…
Fiscal: - Como vai a luta?
Mineiro: - Difici.
Fiscal: - Tem caçado muito?
Mineiro: - Uai sô, a semana passada matei 20 piriquitim.
Fiscal: - Vinte?
Mineiro: - Fio, pega as cabeça dos piriquitim pro o homem vê.
Fiscal: - E paca, tem caçado muito?
Mineiro: - Nossinhora, Só uma nessa semana. Fio, traiz a cabeça da paca.
Fiscal: - E outros animais silvestres, tem caçado muito?
Mineiro: - Um monte deles. Fio, traiz as cabeça dos otros bicho pro homem aquerditá.
Fiscal: - Não tem passado por aqui nenhum fiscal do Ibama?
Mineiro - Craro, moço, semana passada! Fio, traiz a cabeça do fiscal pro homem vê.
Fiscal: - Bom, tô indo embora… Obrigado pela atenção…
Mineiro: - Temdequê não… Vorte sempre!
do largado
Dirige-se para o sítio de um minerim. Chegando no local sem se identificar, vai logo travando um diálogo:
Fiscal: - Bom dia!
Mineiro: - Bom dia, moço…
Fiscal: - Como vai a luta?
Mineiro: - Difici.
Fiscal: - Tem caçado muito?
Mineiro: - Uai sô, a semana passada matei 20 piriquitim.
Fiscal: - Vinte?
Mineiro: - Fio, pega as cabeça dos piriquitim pro o homem vê.
Fiscal: - E paca, tem caçado muito?
Mineiro: - Nossinhora, Só uma nessa semana. Fio, traiz a cabeça da paca.
Fiscal: - E outros animais silvestres, tem caçado muito?
Mineiro: - Um monte deles. Fio, traiz as cabeça dos otros bicho pro homem aquerditá.
Fiscal: - Não tem passado por aqui nenhum fiscal do Ibama?
Mineiro - Craro, moço, semana passada! Fio, traiz a cabeça do fiscal pro homem vê.
Fiscal: - Bom, tô indo embora… Obrigado pela atenção…
Mineiro: - Temdequê não… Vorte sempre!
do largado
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Como andarão dois juntos se não estiver de acordo?
Quando duas pessoas não estão de acordo, o melhor é que cada um se safe para o seu lado. De longe, a sangue frio, trata-se tudo melhor. Cara a cara, palavra puxa palavra, vai tudo por água abaixo… Eça de Queirós
terça-feira, 4 de maio de 2010
Corretor de imóveis, aprenda a falar com seu cachorro e venda mais…
Muita gente concorda que vender é técnica. Mas, do que adianta toda a técnica se você não entende o seu cliente?
Segundo o dicionário da língua portuguesa, cliente é:
cli.en.te, sm (lat cliente) 1 Indivíduo que confia os seus interesses a um advogado, procurador ou tabelião etc…
E o que é a confiança?
con.fi.an.ça, sf (de confiar) 1 Ação de confiar. 2 Segurança íntima com que se procede. 3 Crédito, fé. 4 Boa fama. 5 Segurança e bom conceito. 6 Esperança firme. 7 Familiaridade.
Isto quer dizer que, para você vender, além da técnica, precipuamente, você está condicionado a adquirir a confiança do seu cliente, pois para vender bem, a confiança no profissional é uma condição “sine qua non”.
Sendo você um profissional corretor de imóveis, não ache que basta o seu cliente confiar na sua pessoa, pois quem procura um corretor de imóveis, procura um profissional ético, qualificado, interagido com o mercado e com profundo conhecimento jurídico na área
Ora, nossos clientes são também chamados de investidores e o investidor tem a consciência de que o seu dinheiro não é lixo. É por isso que nunca ache que seus investidores não entendem nada sobre o assunto. Entendem tanto que para ter mais segurança nos seus negócios imobiliários ele procura um “profissional” e não só um amigo vendedor sem consciência da responsabilidade de sua profissão.
Contudo, se você é corretor de imóveis, tem toda esta instrução., conhece o mercado, domina facilmente os aspectos jurídicos mas não entende por que mesmo assim ainda não vende? Então o que está faltando é apenas você aprender a falar com seu cachorro.
O que você precisa entender para aprender a falar com o seu cachorro:
a) Imagine que o seu cachorro é o seu melhor cliente e por isso deve ser bem tratado, pois basta tratá-lo bem para que ele queira sempre estar do seu lado;
b) Sempre que seu cachorro estiver do seu lado, saiba que ele quer a sua atenção especial, e isto o deixa muito feliz. Quando assim você procede ele até balança o rabo para você como resposta à sua atenção a ele dispensada;
c) Alimente sempre o seu cachorro, pois quando você o chamar para perto, ele vai ter a certeza de que você vai oferecer o melhor pra ele;
d) Quando você adquire a confiança do seu cachorro, não se preocupe se alguém falar mal de você ou quiser atacá-lo, seu cachorro sempre vai estar do seu lado para lhe defender;
Conforme professor Marins, muitas empresas se especializam tanto na sua política interna que seus funcionários se preocupam mais com o que pensa o seu chefe do que pensa os seus clientes. Tratam seus superiores como verdadeiros soberanos, mas esquecem-se de que quem paga realmente os seus salários ou comissões são simplesmente os clientes.
Pense nisso. Cliente é tudo.
Sucesso.
Prof. Fernando de Queiroz
segunda-feira, 3 de maio de 2010
A historia das tres peneiras
Olavo foi transferido de projeto, logo no primeiro dia, para fazer
média com o novo chefe, saiu-se com esta:
- Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva.
Disseram que ele…
Nem chegou a terminar a frase, Juliano, o chefe, apartou:
- Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?
- Peneiras? Que peneiras, chefe?
- A primeira, Olavo, é a da VERDADE. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?
- Não. Não tenho, não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram.
Mas eu acho que…
E, novamente, Olavo é interrompido pelo chefe:
- Então sua historia já vazou a primeira peneira. Vamos então para segunda peneira que é a da BONDADE. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
- Claro que não! Deus me livre, chefe – diz Olavo, assustado.
- Então, – continua o chefe – sua historia vazou a segunda peneira.
- Vamos ver a terceira peneira, que é a da NECESSIDADE. Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passa-lo adiante?
- Não, chefe. Passando pelo crivo dessas peneiras, vi que não sobrou nada do que eu iria contar – fala Olavo, surpreendido.
- Pois é, Olavo, já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? diz o chefe e continua:
- Da próxima vez em que surgir um boato por aí, submeta-o ao crivo destas três peneiras: VERDADE – BONDADE – NECESSIDADE, antes de obedecer ao impulso de passa-lo adiante, porque:
PESSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDÉIAS,
PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISAS,
PESSOAS MEDÍOCRES FALAM SOBRE PESSOAS.
Autor Desconhecido
média com o novo chefe, saiu-se com esta:
- Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva.
Disseram que ele…
Nem chegou a terminar a frase, Juliano, o chefe, apartou:
- Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?
- Peneiras? Que peneiras, chefe?
- A primeira, Olavo, é a da VERDADE. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?
- Não. Não tenho, não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram.
Mas eu acho que…
E, novamente, Olavo é interrompido pelo chefe:
- Então sua historia já vazou a primeira peneira. Vamos então para segunda peneira que é a da BONDADE. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
- Claro que não! Deus me livre, chefe – diz Olavo, assustado.
- Então, – continua o chefe – sua historia vazou a segunda peneira.
- Vamos ver a terceira peneira, que é a da NECESSIDADE. Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passa-lo adiante?
- Não, chefe. Passando pelo crivo dessas peneiras, vi que não sobrou nada do que eu iria contar – fala Olavo, surpreendido.
- Pois é, Olavo, já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? diz o chefe e continua:
- Da próxima vez em que surgir um boato por aí, submeta-o ao crivo destas três peneiras: VERDADE – BONDADE – NECESSIDADE, antes de obedecer ao impulso de passa-lo adiante, porque:
PESSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDÉIAS,
PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISAS,
PESSOAS MEDÍOCRES FALAM SOBRE PESSOAS.
Autor Desconhecido
sábado, 1 de maio de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Dilma e Serra
De leitor da folha, desta sexta-feira. Por motivos óbvios, a carta não foi publicada na edição impressa.
"Dilma é terrorista por ter combatido a ditadura militar, esta sim, que matou milhares no Brasil, sendo muitos desaparecidos até hoje?
Se hoje vivemos num país livre é por causa de pessoas como ela, e mesmo o Serra, que combateram os militares da maneira que acharam melhor. Agora, chamar alguém de despreparada uma pessoa que chefiou a Casa Civil do governo mais bem sucedido da história do Brasil em termos econômicos e sociais, é ridículo e desespero.
Do PAC ao Bolsa Família, do Luz para Todos ao Prouni, entre muitas outras ações bem sucedidas, tudo passa pela Casa Civil. Dilma é a gerente do governo Lula e tão ou mais preparada que qualquer outro candidato. Serra foi ministro de FHC, um dos piores governos que o Brasil teve em termos sociais e econômicos, e é governador de SP, onde temos pedágios abusivos e educação de péssima qualidade, e o PSDB já governa São Paulo há 15 anos." Da Casa do Noca.
"Dilma é terrorista por ter combatido a ditadura militar, esta sim, que matou milhares no Brasil, sendo muitos desaparecidos até hoje?
Se hoje vivemos num país livre é por causa de pessoas como ela, e mesmo o Serra, que combateram os militares da maneira que acharam melhor. Agora, chamar alguém de despreparada uma pessoa que chefiou a Casa Civil do governo mais bem sucedido da história do Brasil em termos econômicos e sociais, é ridículo e desespero.
Do PAC ao Bolsa Família, do Luz para Todos ao Prouni, entre muitas outras ações bem sucedidas, tudo passa pela Casa Civil. Dilma é a gerente do governo Lula e tão ou mais preparada que qualquer outro candidato. Serra foi ministro de FHC, um dos piores governos que o Brasil teve em termos sociais e econômicos, e é governador de SP, onde temos pedágios abusivos e educação de péssima qualidade, e o PSDB já governa São Paulo há 15 anos." Da Casa do Noca.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Socialismo e Capitalismo - Adrian Rogers, 1931
Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira.
Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e 'justo. '
O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas."
Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas. ' Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"...
Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média das provas foi "D".
Ninguém gostou.
Depois da terceira prova, a média geral foi um "F".
As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram o ano... Para sua total surpresa.
O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes. Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.
"Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós.
Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável."
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber.
O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.
Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
Fonte : AmigosdoFreud.
Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e 'justo. '
O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas."
Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas. ' Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"...
Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média das provas foi "D".
Ninguém gostou.
Depois da terceira prova, a média geral foi um "F".
As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram o ano... Para sua total surpresa.
O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes. Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.
"Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós.
Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável."
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber.
O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.
Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
Fonte : AmigosdoFreud.
terça-feira, 20 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Rui Barbosa
"A imprensa é a vista da nação. Por ela é que a nação acompanha o que lhe passa ao perto e ao longe, enxerga o que lhe malfazem, devassa o que lhe ocultam e tramam, colhe o que lhe sonegam, ou roubam, percebe onde lhe alvejam, ou nodoam, mede o que lhe cerceiam, ou destroem, vela pelo que lhe interessa, e se acautela do que ameaça."
sábado, 17 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
A cobra e o vaga-lume
Era uma vez uma cobra que começou a perseguir um vaga-lume que só vivia para brilhar. Ele fugia rapidamente, com medo da feroz predadora, e a cobra nem pensava em desistir.
Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada… No terceiro dia, já sem forças, o vaga-lume parou e disse à cobra:
– Posso fazer-lhe três perguntas?
– Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas já que vou comer você mesmo, pode perguntar…
– Pertenço a sua cadeia alimentar?
– Não.
– Te fiz alguma coisa?
– Não.
– Então, por que você quer me comer?
– Porque não suporto ver você brilhar…
Parábolas extraídas do livro As Mais Belas Parábolas de Todos os Tempos
Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada… No terceiro dia, já sem forças, o vaga-lume parou e disse à cobra:
– Posso fazer-lhe três perguntas?
– Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas já que vou comer você mesmo, pode perguntar…
– Pertenço a sua cadeia alimentar?
– Não.
– Te fiz alguma coisa?
– Não.
– Então, por que você quer me comer?
– Porque não suporto ver você brilhar…
Parábolas extraídas do livro As Mais Belas Parábolas de Todos os Tempos
terça-feira, 6 de abril de 2010
Foco
Na hora da venda o melhor cliente é o que
voce está atendendo.quem chega e quem sai
é outro papo.
voce está atendendo.quem chega e quem sai
é outro papo.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Max Gehringer
“Há grandes Homens que fazem com que todos se sintam pequenos. Mas, o verdadeiro grande Homem é aquele que faz com que todos se sintam grandes.”
quarta-feira, 31 de março de 2010
DEPUTADO ROMANELLI DESTACA LEGADO
O deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB), líder do governo na Assembleia Legislativa, voltou a destacar nesta quarta-feira (31) as ações empreendidas do Governo de Roberto Requião que se transformaram em legado ao povo paranaense. Romanelli destacou as áreas sociais – os programas como o Luz Fraterna, Tarifa Social da Água e o Leite das Crianças –, as obras de infraestrutura (educação, saúde e transporte) e as políticas fiscais que induziram o novo ciclo de desenvolvimento do Estado nos últimos sete anos.
“O Governo Requião significou uma mudança radical em relação aos velhos métodos, uma mudança de conteúdo político-cultural. Foi um governo que ousou servir aos mais carentes e confrontar os privilégios de uma minoria. E provou, ao contrário do que afirma o pensamento econômico ortodoxo, que é possível o desenvolvimento econômico com distribuição de renda e avanços sociais”, reafirmou Romanelli ao participar da prestação de contas do governador no Teatro Guaíra.
RETOMADA - O deputado lembrou ainda que Requião assumiu o Estado com déficit financeiro e uma estrutura sucateada. “Perdemos o Banestado, numa negociata que até hoje prejudica o Paraná, e por pouco a Copel, a Sanepar, o Porto de Paranaguá e a Ferroeste não foram entregues definitivamente. Os salários dos servidores ficaram congelados por oito anos. Não havia concursos públicos. A educação e a saúde públicas, sem investimentos, caminhavam para uma privatização cada vez maior”, disse.
Segundo Romanelli, a marca do Governo Requião foram os programas sociais que beneficiaram milhares de famílias em todo Paraná. O fim das privatizações, assim como a recuperação das empresas estatais, foram outros pontos tratados pela administração estadual. Além disso, ele ressaltou a criação de empregos na era Requião: “O governo anterior havia criado 37 mil empregos, em oito anos. O governo Requião já superou a marca de 673 mil”.
POLÍTICA FISCAL - Romanelli explicou que a geração de empregos é resultado de medidas simples, tais como a redução ou mesmo isenção de impostos para as pequenas e microempresas, a concessão de benefícios fiscais tendo como contrapartida a manutenção e ampliação dos postos de trabalho, os incentivos para quem investe nas regiões mais carentes.
Outro destaque dos sete anos do governo Requião, segundo Romanelli, é a política salarial dos servidores públicos. Todas as categorias que compreendem o serviço público estadual tiveram aumentos salariais e planos de carreira definidos em lei. Mais recentemente, Requião sancionou a reestruturação da Polícia Militar, que possibilitará salários mais altos a toda corporação.
“Porém, o que me parece mais marcante é a transformação dos costumes. Atualmente, valoriza-se no Paraná o trabalho, o esforço, o mérito. Se é correto falar em política de resultados, podemos afirmar que o que hoje dá resultado em nosso estado é uma política séria, de compromisso com a coisa pública, de prioridade para quem mais precisa do governo, de honestidade e firmeza”, concluiu.
Assembleia Legislativa do Paraná
Liderança de Governo
Deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB)
www.luizromanelli.com.br – www.twitter.com/romanelli_
Mirella Ferreira/Francisco Vitelli
h2foz@hotmail.com
(41)9241-2401/(41)3350-4191
“O Governo Requião significou uma mudança radical em relação aos velhos métodos, uma mudança de conteúdo político-cultural. Foi um governo que ousou servir aos mais carentes e confrontar os privilégios de uma minoria. E provou, ao contrário do que afirma o pensamento econômico ortodoxo, que é possível o desenvolvimento econômico com distribuição de renda e avanços sociais”, reafirmou Romanelli ao participar da prestação de contas do governador no Teatro Guaíra.
RETOMADA - O deputado lembrou ainda que Requião assumiu o Estado com déficit financeiro e uma estrutura sucateada. “Perdemos o Banestado, numa negociata que até hoje prejudica o Paraná, e por pouco a Copel, a Sanepar, o Porto de Paranaguá e a Ferroeste não foram entregues definitivamente. Os salários dos servidores ficaram congelados por oito anos. Não havia concursos públicos. A educação e a saúde públicas, sem investimentos, caminhavam para uma privatização cada vez maior”, disse.
Segundo Romanelli, a marca do Governo Requião foram os programas sociais que beneficiaram milhares de famílias em todo Paraná. O fim das privatizações, assim como a recuperação das empresas estatais, foram outros pontos tratados pela administração estadual. Além disso, ele ressaltou a criação de empregos na era Requião: “O governo anterior havia criado 37 mil empregos, em oito anos. O governo Requião já superou a marca de 673 mil”.
POLÍTICA FISCAL - Romanelli explicou que a geração de empregos é resultado de medidas simples, tais como a redução ou mesmo isenção de impostos para as pequenas e microempresas, a concessão de benefícios fiscais tendo como contrapartida a manutenção e ampliação dos postos de trabalho, os incentivos para quem investe nas regiões mais carentes.
Outro destaque dos sete anos do governo Requião, segundo Romanelli, é a política salarial dos servidores públicos. Todas as categorias que compreendem o serviço público estadual tiveram aumentos salariais e planos de carreira definidos em lei. Mais recentemente, Requião sancionou a reestruturação da Polícia Militar, que possibilitará salários mais altos a toda corporação.
“Porém, o que me parece mais marcante é a transformação dos costumes. Atualmente, valoriza-se no Paraná o trabalho, o esforço, o mérito. Se é correto falar em política de resultados, podemos afirmar que o que hoje dá resultado em nosso estado é uma política séria, de compromisso com a coisa pública, de prioridade para quem mais precisa do governo, de honestidade e firmeza”, concluiu.
Assembleia Legislativa do Paraná
Liderança de Governo
Deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB)
www.luizromanelli.com.br – www.twitter.com/romanelli_
Mirella Ferreira/Francisco Vitelli
h2foz@hotmail.com
(41)9241-2401/(41)3350-4191
Hospital Regional de Ponta Grossa vai inovar com pesquisas acadêmicos-cientificos
Inaugurado nesta quarta-feira (31), o Hospital Regional de Ponta Grossa deve inovar ao integrar pesquisas acadêmicos-cientificos ao aspecto da inclusão da social. Com capacidade de atendimento para 500 pacientes por dia e 150 leitos disponíveis, a unidade vai atender no bairro Campos Uvaranas, situado na UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa).
A inauguração desta quarta-feira contou com a presença do governador Roberto Requião, do vice-governador Orlando Pessuti, dos deputados: federal Wilson Picler e estadual Jocelito Canto, entre outras autoridades.
Para o deputado federal Wilson Picler a construção do Hospital representa um grande avanço na qualificação do sistema de saúde da região dos Campos Gerais, que integra 28 municípios. “Estamos ainda lutando para a liberação de mais R$ 13 milhões para a compra de equipamentos da unidade. A liberação da verba depende agora de uma análise técnica final”, explicou.
Construção
O total de recursos investidos no Hospital Regional chegou à ordem de 40 milhões, provenientes do Governo do Estado.
A unidade vai funcionar com base no Humaniza/SUS. Este sistema busca tratar os pacientes de maneira personalizada e humanizada. Além disso, o Hospital deve contribuir significativamente para o fim das filas de espera por cirurgias eletivas. Também vai absorver a demanda de pacientes que aguardam por um leito de internação no pronto-socorro municipal de Ponta Grossa.
O governador Roberto Requião ressaltou o caráter democrático e social da unidade. “Construímos um hospital moderno, vinculado a UEPG, público, gratuito, que vai atender tanto pobres quanto ricos da mesma forma”.
Para o vice-governador Orlando Pessuti o Hospital já é referência no Estado e marca um momento histórico no município. “Estamos em um processo de transformação e mudança da nossa saúde e, por isso, devemos festejar este momento”.
Economia
No aspecto de inclusão social econômica, o Hospital de Ponta Grossa manterá um corpo funcional de 700 funcionários, entre os quais 132 médicos. A construção vai gerar cerca de 1500 empregos, que apontam para uma folha de pagamento de R$ 2 a 3 milhões.
A finalização da obra é considerada pelo deputado Jocelito Canto uma resposta direta as pessoas que desacreditam o projeto. “Essa solenidade é uma homenagem a quem não acreditou que poderíamos construir o hospital e atender a uma reivindicação de mais de 40 anos da comunidade”, finaliza.
Assessoria de Comunicação
Pedro Lichtnow
(45) 8806-6751
A inauguração desta quarta-feira contou com a presença do governador Roberto Requião, do vice-governador Orlando Pessuti, dos deputados: federal Wilson Picler e estadual Jocelito Canto, entre outras autoridades.
Para o deputado federal Wilson Picler a construção do Hospital representa um grande avanço na qualificação do sistema de saúde da região dos Campos Gerais, que integra 28 municípios. “Estamos ainda lutando para a liberação de mais R$ 13 milhões para a compra de equipamentos da unidade. A liberação da verba depende agora de uma análise técnica final”, explicou.
Construção
O total de recursos investidos no Hospital Regional chegou à ordem de 40 milhões, provenientes do Governo do Estado.
A unidade vai funcionar com base no Humaniza/SUS. Este sistema busca tratar os pacientes de maneira personalizada e humanizada. Além disso, o Hospital deve contribuir significativamente para o fim das filas de espera por cirurgias eletivas. Também vai absorver a demanda de pacientes que aguardam por um leito de internação no pronto-socorro municipal de Ponta Grossa.
O governador Roberto Requião ressaltou o caráter democrático e social da unidade. “Construímos um hospital moderno, vinculado a UEPG, público, gratuito, que vai atender tanto pobres quanto ricos da mesma forma”.
Para o vice-governador Orlando Pessuti o Hospital já é referência no Estado e marca um momento histórico no município. “Estamos em um processo de transformação e mudança da nossa saúde e, por isso, devemos festejar este momento”.
Economia
No aspecto de inclusão social econômica, o Hospital de Ponta Grossa manterá um corpo funcional de 700 funcionários, entre os quais 132 médicos. A construção vai gerar cerca de 1500 empregos, que apontam para uma folha de pagamento de R$ 2 a 3 milhões.
A finalização da obra é considerada pelo deputado Jocelito Canto uma resposta direta as pessoas que desacreditam o projeto. “Essa solenidade é uma homenagem a quem não acreditou que poderíamos construir o hospital e atender a uma reivindicação de mais de 40 anos da comunidade”, finaliza.
Assessoria de Comunicação
Pedro Lichtnow
(45) 8806-6751
domingo, 28 de março de 2010
sexta-feira, 26 de março de 2010
quarta-feira, 24 de março de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
Morre ator Fess Parker, que representou Daniel Boone

O ator Fess Parker, conhecido principalmente por ter representado os heróis folclóricos americanos Davy Crockett e Daniel Boone, morreu aos 85 anos de idade, informou na quinta-feira uma porta-voz de sua família.
Getty Images
O ator e construtor Fess Parker
Parker, que depois de aposentar-se de Hollywood nos anos 1970 tornou-se construtor imobiliário e proprietário de vinícola, morreu em sua casa em Santa Barbara, Califórnia, de causas naturais, segundo a porta-voz.
"Ele faleceu esta manhã", disse à Reuters a porta-voz, Sao Anash. "Seu corpo simplesmente desligou, por assim dizer. Ele tinha passado os últimos meses em casa, cuidado por enfermeiros."
Anash disse que os filhos de Parker, Eli e Ashley, estavam a seu lado.
Parker aposentou-se de seu trabalho de ator para focar seus empreendimentos comerciais. Acabou por abrir um hotel de luxo de frente para o mar em Santa Barbara e uma vinícola que recebeu seu nome.
O homem com o chapéu de guaxinim
Fess esteve em vários filmes da época áurea do western, como "O Rifle Springfield" (1952), "Homens em Revolta" (1952) e "Torrentes de Vingança" (1953).
Divulgação
Fess Parker como Daniel Boone
Nos anos 60, viveu outro explorador americano, Daniel Boone, em uma série homônima gravada entre 1964 e 1970. Centrada na vida dos pioneiros norte-americanos que viviam no leste do país durante o século 18, a série contava com curioso o índio cherokee Mingo, o "bom selvagem" que havia sido educado e chegou a cantar ópera em um dos seus 165 epidódios.
Apesar do teor familiar, a série ignorou fatos importantes da vida do verdadeiro Daniel Boone, o personagem histórico norte-americano que foi responsável pela exploração de florestas ocupadas por nativos indígenas.
Em 1991, o ator foi nomeado Lenda da Disney pelos estúdios.
* com Reuters e EFE
quarta-feira, 17 de março de 2010
Uma de várias Falcatruas
Assembléia Legislativa do Paraná. Investigação revela contratação de laranjas.
Imóveis
Trabalhadores poderão usar FGTS em consórcio imobiliário a partir de amanhã
Kelly Oliveira
da Agência Brasil
Brasília - Trabalhadores poderão usar o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para liquidar e pagar parte das prestações de consórcios imobiliários, a partir de amanhã (18). A medida foi aprovada pelo Conselho Curador do FGTS no final do ano passado e regulamentada pela Caixa Econômica Federal esta semana.
A instituição lembra que o trabalhador já pode usar o saldo da conta vinculada para complementar a carta de crédito e para composição de lance. Para essas modalidades, as regras são as mesmas.
Segundo a Caixa, o trabalhador interessado em usar o saldo da conta vinculada deve procurar a administradora de seu consórcio, que tomará as providências necessárias.
O novo serviço estará disponível para trabalhadores inscritos em consórcios que já tenham sido contemplados com a carta de crédito e adquirido o imóvel. Para ter direito ao benefício, é preciso observar algumas regras. É necessário que o imóvel adquirido seja localizado onde o trabalhador exerça ocupação principal ou resida há mais de um ano (incluídos os municípios vizinhos ou da mesma região metropolitana).
Outra regra é que o trabalhador não pode ser proprietário de imóvel no local onde exerça ocupação principal, nem ser detentor de financiamento ativo do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) em qualquer parte do território nacional, na data de aquisição. O imóvel e a cota de consórcio devem estar em nome do trabalhador titular da conta vinculada.
Além disso, o imóvel tem que ser residencial urbano e deve ter sido adquirido com os recursos da carta de crédito do consórcio. O valor avaliado para o bem, na data da aquisição, deve respeitar o limite estipulado pelo SFH, atualmente de R$ 500 mil reais.
De acordo com dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), mais de 65 mil consorciados foram contemplados em 2009. No primeiro mês de 2010, esse número chegou a 5,2 mil.
A Caixa disponibiliza um manual com informações sobre o uso do FGTS para a compra de imóveis.
Kelly Oliveira
da Agência Brasil
Brasília - Trabalhadores poderão usar o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para liquidar e pagar parte das prestações de consórcios imobiliários, a partir de amanhã (18). A medida foi aprovada pelo Conselho Curador do FGTS no final do ano passado e regulamentada pela Caixa Econômica Federal esta semana.
A instituição lembra que o trabalhador já pode usar o saldo da conta vinculada para complementar a carta de crédito e para composição de lance. Para essas modalidades, as regras são as mesmas.
Segundo a Caixa, o trabalhador interessado em usar o saldo da conta vinculada deve procurar a administradora de seu consórcio, que tomará as providências necessárias.
O novo serviço estará disponível para trabalhadores inscritos em consórcios que já tenham sido contemplados com a carta de crédito e adquirido o imóvel. Para ter direito ao benefício, é preciso observar algumas regras. É necessário que o imóvel adquirido seja localizado onde o trabalhador exerça ocupação principal ou resida há mais de um ano (incluídos os municípios vizinhos ou da mesma região metropolitana).
Outra regra é que o trabalhador não pode ser proprietário de imóvel no local onde exerça ocupação principal, nem ser detentor de financiamento ativo do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) em qualquer parte do território nacional, na data de aquisição. O imóvel e a cota de consórcio devem estar em nome do trabalhador titular da conta vinculada.
Além disso, o imóvel tem que ser residencial urbano e deve ter sido adquirido com os recursos da carta de crédito do consórcio. O valor avaliado para o bem, na data da aquisição, deve respeitar o limite estipulado pelo SFH, atualmente de R$ 500 mil reais.
De acordo com dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), mais de 65 mil consorciados foram contemplados em 2009. No primeiro mês de 2010, esse número chegou a 5,2 mil.
A Caixa disponibiliza um manual com informações sobre o uso do FGTS para a compra de imóveis.
sábado, 13 de março de 2010
Energia realizadora
O chefe não deve contentar-se com tomar uma decisão; é necessário que essa decisão "se inspire na realidade". O que conta não é a ordem que se dá, mas a ordem que se executa.
Um chefe sem energia não saberia ser chefe. Não se trata, porém, duma energia brutal; antes duma energia realizadora que, proporcionando o seu esforço ao efeito que deseja obter, reserva sempre possibilidades para não ficar sem fôlego no momento de subir a encosta.
O chefe deve ser firme e não se deixar deter pelo primeiro obstáculo; conhece a divisa; ao "coração forte nada é impossível", e, segundo a fórmula do General Clement-Grandcourt, "o verdadeiro chefe, civil ou militar, espiritual ou temporal, sabe fazer o possível com o impossível"; é mesmo nisso que se reconhecerá o chefe.
Nada se obtém sem esforço, e o homem de acção não deve admirar-se de encontrar dificuldades. Podem provir de si próprio - e não são as mais fáceis de resolver. Podem vir da parte dos subordinados, ou mais ainda da parte daqueles que deveriam servir, para ele, de sustentáculo e apoio. Podem ter origem também nas circunstâncias e na própria natureza das coisas. O verdadeiro chefe aceita sempre o irreparável, e, como dizia Lyautey, "arranja-se".
O chefe conta com as dificuldades, mas não se deixa dominar por elas. Previstas ou imprevistas, fazem parte do programa.
As dificuldades existem para ser vencidas. Para um chefe, não constituem barreiras que o detenham, mas trampolins que lhe dão ocasião de se elevar, obrigando-o a vencê-las.
Um chefe, hábil e realista, não deve mudar muitas vezes de direcção. As mudanças muito frequentes inquietam os subordinados e tiram-lhes a confiança.
O êxito depende mais ainda da perseverança e da tenacidade na execução do que da habilidade na concepção.
O dom do chefe é o dom da energia. Mas, como dizia Foch, "por alma forte entende-se não a que conhece apenas as fortes emoções, mas antes aquela cujas fortes emoções não perturbam o equilíbrio".
Não há acção sem risco; mas aquele que nada arrisca nada tem. Torna-se necessário sopesar o risco, tentar diminuí-lo, mas, conforme os termos do regulamento da Marinha, "há que aceitá-lo com vontade firme e resoluta".
O esforço é a única fonte certa de liberdade e de ideal contra a anarquia interior do instinto e dos apetites egoístas. Quem salva o esforço, salva a personalidade, e pelo mesmo facto, a comunidade.
Seja o que for que façais na vida, fazei-o com o maior vigor possível. (Lyautey)
Só é verdadeiro chefe aquele que sabe triunfar dos obstáculos excepcionais; e não os vencerá, se não der prova duma vontade também excepcional. Ora nada exige mais alto grau de vontade, nada tem mais influência nas suas faculdades do que o domínio das próprias paixões, dos desejos veementes, das suas atitudes exteriores, reprimindo todos os gestos inúteis ou excessivos de alegria, de sofrimento, de espanto, de entusiasmo, de terror; o domínio da sua fisionomia que sabe ficar impassível nas piores angústias. Tudo isto faz parte do auto-domínio, tudo isto imprime na face traços austeros, e dá-lhe certo ar a um tempo firme e inexorável que convida à obediência; com efeito, quem não poupa as suas próprias fraquezas possui autoridade para não poupar as de outrem. Quem sabe dominar-se saberá afrontar a resistência de seus subordinados. Numa palavra, o perfeito auto-domínio prepara a autoridade. (J. Toulemmonde, L' Art de Commander)
Qualquer resultado, por mais pequeno que seja, exige certa firmeza e certa tenacidade.
E a inteligência? Há que possuí-la, com certeza. Todavia, antes de tudo, a vontade: uma vontade firme que não se disperse. Tudo está nisto: querer... Mesmo com uma inteligência mediana, aquele que fixa toda a sua vontade num determinado objectivo, e persevera, mantendo preso o espírito, tem a certeza de triunfar. Tomai uma ideia, fixai-a como estrela polar, caminhai com os olhos postos nela. Ninguém triunfa senão por um trabalho aturado e bem dirigido. (Foch)
Só os audazes realizam. Só os organizadores triunfam. O que muitas vezes pode parecer "sorte" ou "acaso" não é senão fruto de longo trabalho preparatório e da vontade de chegar ao fim.
A acção não é outra coisa senão uma adaptação incessante de si mesmo e das circunstâncias da vida a um fim claramente entrevisto, e obstinadamente desejado.
Qualquer que seja o ideal que anima um chefe, há horas em que o labor quotidiano lhe pode parecer pesado. Basta ser homem para sentir-se tomado por certa lassidão à qual vem juntar-se um pouco de amargura, dado que as condições de trabalho são por vezes ingratas. Mas que se lembre de que nenhum esforço se perde, nenhuma derrota se torna definitiva.
Que se sinta que o chefe apenas se decide por motivos muito nobres: o dever, o bem comum, esquecendo-se de si próprio, mas para isso, terá de permanecer senhor de si, da sua emoção, do seu capricho ou da sua cólera. Não deve nunca perturbar-se, deixar-se surpreender, desconcertar-se. Mas que se sinta também, uma vez tomada a decisão, que nada poderá dobrar a sua vontade, e que, se possui alma grande para reconhecer seus erros e corrigir seus pontos de vista, possui também alma muito grande para não tergiversar perante os deveres necessários, mesmo com risco da sua tranquilidade. (Bessières)
Todo o chefe deve contar com vida dura, física e moralmente. Conhecerá talvez mais derrotas que vitórias, mais decepções do que alegrias, mais incompreensões do que recompensas, mais ingratidões do que encorajamentos, mais dificuldades do que oportunidades de triunfar. Mas o verdadeiro chefe não se deixa deter por esta perspectiva, porque tem outra em seu coração: a da faculdade invisível da acção desinteressada que transcende as aparências. Nesta fé encontrará a fonte oculta das suas melhores energias.(Aldeia)
Um chefe sem energia não saberia ser chefe. Não se trata, porém, duma energia brutal; antes duma energia realizadora que, proporcionando o seu esforço ao efeito que deseja obter, reserva sempre possibilidades para não ficar sem fôlego no momento de subir a encosta.
O chefe deve ser firme e não se deixar deter pelo primeiro obstáculo; conhece a divisa; ao "coração forte nada é impossível", e, segundo a fórmula do General Clement-Grandcourt, "o verdadeiro chefe, civil ou militar, espiritual ou temporal, sabe fazer o possível com o impossível"; é mesmo nisso que se reconhecerá o chefe.
Nada se obtém sem esforço, e o homem de acção não deve admirar-se de encontrar dificuldades. Podem provir de si próprio - e não são as mais fáceis de resolver. Podem vir da parte dos subordinados, ou mais ainda da parte daqueles que deveriam servir, para ele, de sustentáculo e apoio. Podem ter origem também nas circunstâncias e na própria natureza das coisas. O verdadeiro chefe aceita sempre o irreparável, e, como dizia Lyautey, "arranja-se".
O chefe conta com as dificuldades, mas não se deixa dominar por elas. Previstas ou imprevistas, fazem parte do programa.
As dificuldades existem para ser vencidas. Para um chefe, não constituem barreiras que o detenham, mas trampolins que lhe dão ocasião de se elevar, obrigando-o a vencê-las.
Um chefe, hábil e realista, não deve mudar muitas vezes de direcção. As mudanças muito frequentes inquietam os subordinados e tiram-lhes a confiança.
O êxito depende mais ainda da perseverança e da tenacidade na execução do que da habilidade na concepção.
O dom do chefe é o dom da energia. Mas, como dizia Foch, "por alma forte entende-se não a que conhece apenas as fortes emoções, mas antes aquela cujas fortes emoções não perturbam o equilíbrio".
Não há acção sem risco; mas aquele que nada arrisca nada tem. Torna-se necessário sopesar o risco, tentar diminuí-lo, mas, conforme os termos do regulamento da Marinha, "há que aceitá-lo com vontade firme e resoluta".
O esforço é a única fonte certa de liberdade e de ideal contra a anarquia interior do instinto e dos apetites egoístas. Quem salva o esforço, salva a personalidade, e pelo mesmo facto, a comunidade.
Seja o que for que façais na vida, fazei-o com o maior vigor possível. (Lyautey)
Só é verdadeiro chefe aquele que sabe triunfar dos obstáculos excepcionais; e não os vencerá, se não der prova duma vontade também excepcional. Ora nada exige mais alto grau de vontade, nada tem mais influência nas suas faculdades do que o domínio das próprias paixões, dos desejos veementes, das suas atitudes exteriores, reprimindo todos os gestos inúteis ou excessivos de alegria, de sofrimento, de espanto, de entusiasmo, de terror; o domínio da sua fisionomia que sabe ficar impassível nas piores angústias. Tudo isto faz parte do auto-domínio, tudo isto imprime na face traços austeros, e dá-lhe certo ar a um tempo firme e inexorável que convida à obediência; com efeito, quem não poupa as suas próprias fraquezas possui autoridade para não poupar as de outrem. Quem sabe dominar-se saberá afrontar a resistência de seus subordinados. Numa palavra, o perfeito auto-domínio prepara a autoridade. (J. Toulemmonde, L' Art de Commander)
Qualquer resultado, por mais pequeno que seja, exige certa firmeza e certa tenacidade.
E a inteligência? Há que possuí-la, com certeza. Todavia, antes de tudo, a vontade: uma vontade firme que não se disperse. Tudo está nisto: querer... Mesmo com uma inteligência mediana, aquele que fixa toda a sua vontade num determinado objectivo, e persevera, mantendo preso o espírito, tem a certeza de triunfar. Tomai uma ideia, fixai-a como estrela polar, caminhai com os olhos postos nela. Ninguém triunfa senão por um trabalho aturado e bem dirigido. (Foch)
Só os audazes realizam. Só os organizadores triunfam. O que muitas vezes pode parecer "sorte" ou "acaso" não é senão fruto de longo trabalho preparatório e da vontade de chegar ao fim.
A acção não é outra coisa senão uma adaptação incessante de si mesmo e das circunstâncias da vida a um fim claramente entrevisto, e obstinadamente desejado.
Qualquer que seja o ideal que anima um chefe, há horas em que o labor quotidiano lhe pode parecer pesado. Basta ser homem para sentir-se tomado por certa lassidão à qual vem juntar-se um pouco de amargura, dado que as condições de trabalho são por vezes ingratas. Mas que se lembre de que nenhum esforço se perde, nenhuma derrota se torna definitiva.
Que se sinta que o chefe apenas se decide por motivos muito nobres: o dever, o bem comum, esquecendo-se de si próprio, mas para isso, terá de permanecer senhor de si, da sua emoção, do seu capricho ou da sua cólera. Não deve nunca perturbar-se, deixar-se surpreender, desconcertar-se. Mas que se sinta também, uma vez tomada a decisão, que nada poderá dobrar a sua vontade, e que, se possui alma grande para reconhecer seus erros e corrigir seus pontos de vista, possui também alma muito grande para não tergiversar perante os deveres necessários, mesmo com risco da sua tranquilidade. (Bessières)
Todo o chefe deve contar com vida dura, física e moralmente. Conhecerá talvez mais derrotas que vitórias, mais decepções do que alegrias, mais incompreensões do que recompensas, mais ingratidões do que encorajamentos, mais dificuldades do que oportunidades de triunfar. Mas o verdadeiro chefe não se deixa deter por esta perspectiva, porque tem outra em seu coração: a da faculdade invisível da acção desinteressada que transcende as aparências. Nesta fé encontrará a fonte oculta das suas melhores energias.(Aldeia)
Riqueza
O cofre do banco contém apenas dinheiro. Frustar-se-á quem pensar que nele encontrará riqueza. [ Carlos Drummond de Andrade ]
(Glauco) O cartunista Glauco, em foto de 2002 (Foto: Raphael Falavigna/Folha Imagem)
quinta-feira, 11 de março de 2010
SIMPLESMENTE SENSACIONAL !!!
Dê só uma olhadela na apresentação da Guarda Real Norueguesa! É de uma precisão indescritível!
Clique e veja
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Só Rindo
Quando
Deus fez o mundo, para que os homens prosperassem decidiu dar-lhes apenas duas virtudes.
Assim:
- Aos Suíços os fez estudiosos e respeitadores da lei.
- Aos Ingleses, organizados e pontuais..
- Aos argentinos, chatos e arrogantes.
- Aos Japoneses, trabalhadores e disciplinados.
- Aos Italianos, alegres e românticos.
- Aos Franceses, cultos e finos.
- Aos Brasileiros, inteligentes, honestos e petistas.
O anjo anotou, mas logo em seguida, cheio de humildade e de medo, indagou:
- Senhor, a todos os povos do mundo foram dadas duas virtudes, porém, aos brasileiros foram dadas três! Isto não os fará soberbos em relação aos demais povos da terra?
- Muito bem observado, bom anjo! exclamou o Senhor.
- Isto é verdade!
- Façamos então uma correção!
De agora em diante, os brasileiros, povo do meu coração, manterão estas três virtudes, mas nenhum deles poderá utilizar mais de duas simultaneamente, como os demais povos!
- Assim, o que for petista e honesto, não pode ser inteligente.
- O que for petista e inteligente , não pode ser honesto.
- E o que for inteligente e honesto, não pode ser petista.!!!!!!
Palavras do Senhor !!!.
Nota de esclarecimento
Fico triste quando usam a Internet para espalhar informações que não procedem! Enviaram-me hoje um e-mail dizendo que o sangue do nosso presidente é do tipo A-peritivo, e o dos que votaram nele dele é do tipo O-tário.
É muita sacanagem e falta de ética passar esse tipo de coisa... Temos que divulgar informações corretas! O sangue do presidente é do tipo B-bum e o dos eleitores AB-estalhados.
Não esqueça:
A mentira tem perna curta, língua presa, barba branca e um dedo a menos...
NÃO VOTEI NO "CARA" E NÃO VOU VOTAR NA "COROA".
Deus fez o mundo, para que os homens prosperassem decidiu dar-lhes apenas duas virtudes.
Assim:
- Aos Suíços os fez estudiosos e respeitadores da lei.
- Aos Ingleses, organizados e pontuais..
- Aos argentinos, chatos e arrogantes.
- Aos Japoneses, trabalhadores e disciplinados.
- Aos Italianos, alegres e românticos.
- Aos Franceses, cultos e finos.
- Aos Brasileiros, inteligentes, honestos e petistas.
O anjo anotou, mas logo em seguida, cheio de humildade e de medo, indagou:
- Senhor, a todos os povos do mundo foram dadas duas virtudes, porém, aos brasileiros foram dadas três! Isto não os fará soberbos em relação aos demais povos da terra?
- Muito bem observado, bom anjo! exclamou o Senhor.
- Isto é verdade!
- Façamos então uma correção!
De agora em diante, os brasileiros, povo do meu coração, manterão estas três virtudes, mas nenhum deles poderá utilizar mais de duas simultaneamente, como os demais povos!
- Assim, o que for petista e honesto, não pode ser inteligente.
- O que for petista e inteligente , não pode ser honesto.
- E o que for inteligente e honesto, não pode ser petista.!!!!!!
Palavras do Senhor !!!.
Nota de esclarecimento
Fico triste quando usam a Internet para espalhar informações que não procedem! Enviaram-me hoje um e-mail dizendo que o sangue do nosso presidente é do tipo A-peritivo, e o dos que votaram nele dele é do tipo O-tário.
É muita sacanagem e falta de ética passar esse tipo de coisa... Temos que divulgar informações corretas! O sangue do presidente é do tipo B-bum e o dos eleitores AB-estalhados.
Não esqueça:
A mentira tem perna curta, língua presa, barba branca e um dedo a menos...
NÃO VOTEI NO "CARA" E NÃO VOU VOTAR NA "COROA".
quarta-feira, 10 de março de 2010
quinta-feira, 4 de março de 2010
As cidades e as pessoas
Luiz Claudio Romanelli
Nos dias de hoje, com o intenso corre-corre do trabalho, a atenção à família e outros afazeres, às vezes perdemos a noção do tempo e do olhar mais atento à cidade, às pessoas e à própria vida. A vida e seus enigmas compõem a trajetória histórica da humanidade. Já cidades, pessoas e cidadania são desafios do nosso tempo.
Recentemente, li uma definição sobre cidade de que gostei e a transcrevo: cidades são espaços de trocas culturais, afetivas e econômicas que potencializam as nossas possibilidades de sobrevivência, crescimento e felicidade. Elas aceleram, multiplicam e diversificam essas trocas, alargando os horizontes dos cidadãos. São fundamentais e plenamente viáveis.
Cidade é também um caminho sem volta. É impossível imaginar um planeta sem cidades, com pessoas isoladas em pontos distantes. Agora, é possível e de vital importância intervir nas cidades, de forma consciente, usando as experiências que a humanidade acumulou em diversas áreas - da sabedoria popular ao conhecimento acadêmico.
Cidades e a vida das pessoas, hoje, têm uma ligação mais do que intrínseca. E entre os desafios está o de garantir qualidade de vida e de cidadania. Isso significa trabalho, moradia, transporte e acesso digno à educação, saúde, água, esgoto, energia elétrica, telefone, internet, ao lazer e aos espaços social e ambientalmente saudáveis.
Esse desafio faz frente ao conceito de não-cidade. Aquela visão dita modernista ultrapassada, embora atual, que prioriza os automóveis em detrimento das pessoas, que ampliou a verticalização, as torres isoladas, as vias expressas, os shoppings só acessíveis por automóvel, que fez vicejar a especulação imobiliária, que empurrou milhares de famílias para viver em áreas de riscos, que separou usos e costumes e que produz exclusão e segregação social.
Na contramão dessa visão desumana, temos de ampliar a participação popular nas decisões e na fiscalização do poder público - que é um instrumento poderoso para eliminar a corrupção e o desperdício. Há uma série de experiências em curso no mundo atual, tendentes a ampliar o grau de transparência administrativa a partir do envolvimento dos cidadãos.
Em Seul, por exemplo, os munícipes podem participar das decisões por meio de seus computadores. No estado indiano de Gujarat, os cidadãos monitoram com seus computadores a qualidade de água. Em Zâmbia, as prefeituras utilizam ônibus como clínicas para levar saúde básica à periferia. Em Antígua e Barbuda, no Caribe, os ônibus servem como salas de aulas de computação para crianças das áreas mais carentes.
Essas e outras experiências, como tantas realizadas nas cidades paranaenses, serão debatidas em Curitiba na I Conferência Internacional sobre Cidades Inovadoras, de 10 a 13 de março.
Precisamos garantir que a cidade informal, aquela das ocupações e construções irregulares, se integre à formal, dotando-a de infraestrutura básica, criando normas para a construção e, principalmente, regularizando as propriedades do ponto de vista tanto urbanístico quanto fundiário.
No meu imaginário e no de muitas pessoas que conheço, a cidade ideal pode ser até densa, mas tem bairros de usos mistos - moradia, comércio, equipamentos culturais, lazer, escritórios e atividades de produção não poluentes - e é feita na escala do pedestre, com calçadas generosas bem povoadas e um bom transporte público e de massas, com um uso restrito do automóvel.
Uma cidade intensamente arborizada e ajardinada - inclusive com fachadas e telhados verdes que contribuam na produção de energia. Uma cidade onde coexistam construções de épocas diferentes, onde se preserve o patrimônio, mas se permita a renovação, onde haja um “mix” social e não uma segregação espacial e, sobretudo, uma cidade segura, onde as crianças e os idosos voltem a se apropriar do espaço público.
Essa é a cidade ideal, do sonho de muitos como eu. Tornar esse sonho realidade é o nosso desafio.
Luiz Claudio Romanelli, 51, advogado, especialista em gestão urbana, deputado e vice-presidente do PMDB do Paraná – www.luizromanelli.com.br – luiz.romanelli@uol.com.br – www.twitter.com/romanelli_
Nos dias de hoje, com o intenso corre-corre do trabalho, a atenção à família e outros afazeres, às vezes perdemos a noção do tempo e do olhar mais atento à cidade, às pessoas e à própria vida. A vida e seus enigmas compõem a trajetória histórica da humanidade. Já cidades, pessoas e cidadania são desafios do nosso tempo.
Recentemente, li uma definição sobre cidade de que gostei e a transcrevo: cidades são espaços de trocas culturais, afetivas e econômicas que potencializam as nossas possibilidades de sobrevivência, crescimento e felicidade. Elas aceleram, multiplicam e diversificam essas trocas, alargando os horizontes dos cidadãos. São fundamentais e plenamente viáveis.
Cidade é também um caminho sem volta. É impossível imaginar um planeta sem cidades, com pessoas isoladas em pontos distantes. Agora, é possível e de vital importância intervir nas cidades, de forma consciente, usando as experiências que a humanidade acumulou em diversas áreas - da sabedoria popular ao conhecimento acadêmico.
Cidades e a vida das pessoas, hoje, têm uma ligação mais do que intrínseca. E entre os desafios está o de garantir qualidade de vida e de cidadania. Isso significa trabalho, moradia, transporte e acesso digno à educação, saúde, água, esgoto, energia elétrica, telefone, internet, ao lazer e aos espaços social e ambientalmente saudáveis.
Esse desafio faz frente ao conceito de não-cidade. Aquela visão dita modernista ultrapassada, embora atual, que prioriza os automóveis em detrimento das pessoas, que ampliou a verticalização, as torres isoladas, as vias expressas, os shoppings só acessíveis por automóvel, que fez vicejar a especulação imobiliária, que empurrou milhares de famílias para viver em áreas de riscos, que separou usos e costumes e que produz exclusão e segregação social.
Na contramão dessa visão desumana, temos de ampliar a participação popular nas decisões e na fiscalização do poder público - que é um instrumento poderoso para eliminar a corrupção e o desperdício. Há uma série de experiências em curso no mundo atual, tendentes a ampliar o grau de transparência administrativa a partir do envolvimento dos cidadãos.
Em Seul, por exemplo, os munícipes podem participar das decisões por meio de seus computadores. No estado indiano de Gujarat, os cidadãos monitoram com seus computadores a qualidade de água. Em Zâmbia, as prefeituras utilizam ônibus como clínicas para levar saúde básica à periferia. Em Antígua e Barbuda, no Caribe, os ônibus servem como salas de aulas de computação para crianças das áreas mais carentes.
Essas e outras experiências, como tantas realizadas nas cidades paranaenses, serão debatidas em Curitiba na I Conferência Internacional sobre Cidades Inovadoras, de 10 a 13 de março.
Precisamos garantir que a cidade informal, aquela das ocupações e construções irregulares, se integre à formal, dotando-a de infraestrutura básica, criando normas para a construção e, principalmente, regularizando as propriedades do ponto de vista tanto urbanístico quanto fundiário.
No meu imaginário e no de muitas pessoas que conheço, a cidade ideal pode ser até densa, mas tem bairros de usos mistos - moradia, comércio, equipamentos culturais, lazer, escritórios e atividades de produção não poluentes - e é feita na escala do pedestre, com calçadas generosas bem povoadas e um bom transporte público e de massas, com um uso restrito do automóvel.
Uma cidade intensamente arborizada e ajardinada - inclusive com fachadas e telhados verdes que contribuam na produção de energia. Uma cidade onde coexistam construções de épocas diferentes, onde se preserve o patrimônio, mas se permita a renovação, onde haja um “mix” social e não uma segregação espacial e, sobretudo, uma cidade segura, onde as crianças e os idosos voltem a se apropriar do espaço público.
Essa é a cidade ideal, do sonho de muitos como eu. Tornar esse sonho realidade é o nosso desafio.
Luiz Claudio Romanelli, 51, advogado, especialista em gestão urbana, deputado e vice-presidente do PMDB do Paraná – www.luizromanelli.com.br – luiz.romanelli@uol.com.br – www.twitter.com/romanelli_
Passeata
Sugestão de Pauta
Militares fazem passeata em comemoração à aprovação da PEC 446
Nesta manhã, uma comitiva de militares fará uma passeata no Aeroporto Afonso Pena, às 11 horas, em comemoração à aprovação da PEC 446, que institui um piso salarial aos policiais e bombeiros de todo o Brasil. O deputado federal Wilson Picler (PDT-PR), será recepcionado com faixas de agradecimento pelo apoio do parlamentar.
A emenda foi aprovada nesta terça-feira (02), em primeiro turno, no plenário da Câmara Federal, depois de vários meses de debates sobre o tema e uma forte mobilização dos militares brasileiros. Do aeroporto, os policiais seguem em carreata pelas ruas de Curitiba, passando por delegacias e quartéis espalhados pela cidade. A carreata, segundo fontes militares, deve reunir centenas de pessoas.
Militares fazem passeata em comemoração à aprovação da PEC 446
Nesta manhã, uma comitiva de militares fará uma passeata no Aeroporto Afonso Pena, às 11 horas, em comemoração à aprovação da PEC 446, que institui um piso salarial aos policiais e bombeiros de todo o Brasil. O deputado federal Wilson Picler (PDT-PR), será recepcionado com faixas de agradecimento pelo apoio do parlamentar.
A emenda foi aprovada nesta terça-feira (02), em primeiro turno, no plenário da Câmara Federal, depois de vários meses de debates sobre o tema e uma forte mobilização dos militares brasileiros. Do aeroporto, os policiais seguem em carreata pelas ruas de Curitiba, passando por delegacias e quartéis espalhados pela cidade. A carreata, segundo fontes militares, deve reunir centenas de pessoas.
Pianista e compositor Johnny Alf morre aos 80 anos
Morreu na tarde desta quinta-feira o pianista e compositor Johnny Alf, após longa luta contra um câncer na próstata, segundo informou seu assessor Nelson Valença. Tinha 80 anos. Autor de clássicos da música brasileira como "Eu e a Brisa", "Ilusão à Toa" e "Rapaz de Bem", tinha um jeito todo seu de tocar piano, com espaço para o samba, a bossa nova, o jazz e a música pop.
Alf estava internado no hospital Mário Covas, em Santo André, no ABC paulista. A informação inicial é de que seu corpo será velado amanhã, na Assembleia Legislativa de São Paulo. Segundo informou a produtora teatral Lulu Librandi, o sepultamento será no Cemitério do Morumbi, em São Paulo, cidade que adotou a partir da metade dos anos 1950.
Nascido Alfredo José da Silva, na Vila Isabel (zona norte do Rio), no dia 19 de maio de 1929, Johnny Alf perdeu o pai, o cabo do Exército Antônio José de Almeida, quando tinha três anos. A mãe, a dona de casa Inês Maria da Conceição, passou então, por necessidades financeiras, a trabalhar como empregada doméstica. Fonte: Agência Estado
Alf estava internado no hospital Mário Covas, em Santo André, no ABC paulista. A informação inicial é de que seu corpo será velado amanhã, na Assembleia Legislativa de São Paulo. Segundo informou a produtora teatral Lulu Librandi, o sepultamento será no Cemitério do Morumbi, em São Paulo, cidade que adotou a partir da metade dos anos 1950.
Nascido Alfredo José da Silva, na Vila Isabel (zona norte do Rio), no dia 19 de maio de 1929, Johnny Alf perdeu o pai, o cabo do Exército Antônio José de Almeida, quando tinha três anos. A mãe, a dona de casa Inês Maria da Conceição, passou então, por necessidades financeiras, a trabalhar como empregada doméstica. Fonte: Agência Estado
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