sábado, 15 de fevereiro de 2014

8 histórias que provam : O sucesso vem com derrotas


8 histórias que provam : O sucesso vem com derrotas


Não é sempre que o sucesso vem fácil. Na maior parte das vezes, ele só dá as caras depois de muito esforço e muitas tentativas fracassadas. 



A regra é bem ilustrada por uma frase de Wiston Churchill: "o sucesso é ir de fracasso em fracasso sem perder entusiasmo". 


Veja, a seguir, as histórias de pessoas que se deram bem na vida - mas não sem antes passar por bons bocados.








1. Oprah Winfrey



A maior apresentadora da televisão americana chegou a ser demitida de uma emissora no início de sua carreira. No começo da década de 1980, Oprah trabalhava como âncora de um jornal do canal WJZ-TV, a TV local da cidade de Baltimore, do estado de Maryland. Segundo seu chefe, ela se deixava envolver demais nas histórias que contava em seu programa e, por isso, foi mandada embora.



Poucos anos depois, em 1986, seu talk show, o Oprah Winfrey Show, começava a ser exibido em cadeia nacional. O programa foi renovado até à 25ª temporada e rendeu à apresentadora muitos prêmios de reconhecimento, inclusive sua primeira aparição na lista da revista Time de pessoas mais influentes do mundo. Além desta, Oprah passou a figurar também em outro importante ranking: o dos mais ricos do mundo. Segundo a revista Forbes, o patrimônio da americana é de US$ 1,4 bilhão.





2. Harrisson Ford

A primeira vez que Harrisson Ford apareceu no cinema foi para fazer um pequeno papel em "O Ladrão Conquistador", de 1966. Da estreia, no entanto, não vieram grandes oportunidades para o ator. Com uma esposa e dois filhos para manter, ele largou tudo, em 1970, para se tornar carpinteiro - uma profissão que ele julgava mais estável financeiramente.

Coincidência ou não, Ford começou a construir gabinetes para o cenário de "Loucuras de Verão", filme dirigido por George Lucas, em 1973. O contato com o diretor lhe rendeu uma participação no longa e, mais para a frente, o papel de Han Solo em "Star Wars IV: Uma Nova Esperança". Conhecido também por sua atuação em Indiana Jones e Blade Runner, o artista possui, hoje, dois recordes hollywoodianos no Guinnes Book: o de ator que gerou o maior lucro de bilheteria e o de ator com mais filmes que ultrapassaram a marca de US$ 100 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos.


3. Tim Allen

Pouca gente sabe, mas Tim Allen passou dois anos preso por posse e tráfico de cocaína. A prisão ocorreu pouco depois de Allen iniciar sua carreira como comediante - ele fazia apresentações de stand up comedy em casas noturnas de Detroit.

Em sua condenação, Allen recebeu uma sentença reduzida após concordar em testemunhar contra seu parceiro no tráfico. Ele cumpriu pena na Prisão Federal de Sandstone, onde se tornou conhecido por conquistar tanto os guardas quanto os prisioneiros mais difíceis com seu senso de humor.





4. Andrea Bocelli

Antes de se tornar tenor, Andrea Bocelli se apresentava em bares da cidade de Pisa, na Itália. O dinheiro que ganhava à noite garantia não só o pagamento das aulas de canto, mas também da faculdade de direito que ele cursava.

Depois de se formar, em 1987, e trabalhar durante um ano como advogado, Bocelli optou pela música como carreira definitivamente. Ele começou a ter aulas de canto com o maestro Luciano Bettarini e passou a se dedicar ao canto em tempo integral.


Tanto trabalho teve retorno. Quatro anos depois de iniciar suas lições com Bettarini, quando já tinha 33 anos, a voz do cantor chegou aos ouvidos de Luciano Pavarotti. O experiente cantor se tornou "padrinho" da carreira de Bocelli.





5. Walt Disney

Acredite se quiser: muito antes de o Mickey ser criado, Walt Disney foi demitido de seu trabalho em um jornal por sua "falta de imaginação e boas ideias". Ele trabalhava como ilustrador de anúncios publicados nas páginas do veículo.

Quando saiu do emprego, em 1921, ele se juntou ao seu irmao Roy e o amigo Ub Iwerks para fundar a produtora Laugh-O-Gram, que criava animações de contos de fadas - a predecessora do Walt Disney Studios. Os desenhos feitos pelo trio começaram a ser exibidos nos cinemas da cidade do Kansas antes das sessões de filmes.

Durante um período, o estúdio fechou um acordo com uma distribuidora de Nova York que apenas pagava pelas animações seis meses depois de recebê-las. Foram tempos difíceis para Disney, que precisou reduzir as despesas e a equipe ao máximo para fazer a empresa sobreviver. O ilustrador não poupou esforços: no final do ano de 1922, ele estava morando no escritório da Laugh-O-Gram, comendo comida de cachorro e tomando banho uma vez por semana em uma estação de trem.

Depois de fazer uma animação sobre higiene dental para um dentista da região, Disney obteve dinheiro o suficiente para levar a Laugh-O-Gram para Hollywood, em 1923. Lá, o estúdio fechou um contrato com Universal Studios, que passou a comprar e a exibir as animações da equipe. Foi nesse período que Disney criou um de seus importantes personagens, o Coelho Osvaldo, que se tornou bastante popular quando foi lançado.

O ilustrador, no entanto, não colocou sua assinatura no desenho do pequeno coelho - uma brecha que permitiu à Universal roubar a figura, levando consigo a equipe de desenhistas do Laugh-O-Gram. Quando isso ocorreu, Disney enviou um telegrama ao seu irmão dizendo para ele não se preocupar, pois ele já tinha um novo personagem em sua mente: Mickey Mouse. O sucesso obtido pelo camundongo tirou o ilustrador e seus sócios da miséria.


6. Steve Jobs

A história de como a Pixar foi criada começa com um fato intrigante: a demissão de Steve Jobs da companhia que ele próprio fundou, a Apple.

É conhecido o fato de que Jobs não era um chefe fácil. Pelo contrário, ele era extremamente exigente e tinha uma maneira cruel de cobrar seus funcionários. Esse jeito tornou sua imagem desgastada no conselho da empresa, que, chefiado por John Sculley, optou por uma reestruturação. Nela, Jobs não teria o controle de nenhuma divisão, mas poderia ficar na empresa com o título de presidente do conselho. O empresário não aceitou e saiu da Apple.

Um ano depois, em 1986, Jobs comprou um estúdio de computação gráfica chamado Lucasfilm. Rebatizada de Pixar (uma mistura das palavras pixels e arte), a empresa desenvolveu uma parceria estratégica com a Disney, com a qual criou, produziu e lançou animações de 3D de sucesso, começando com Toy Story.


7. J. K. Rowling

Joanne Rowling, ou J. K. Rowling, era mãe solteira e estava desempregada quando começou a escrever sobre Harry Potter, seus amigos e a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.

Ela conta que a figura do bruxo com uma cicatriz em formato de raio na testa surgiu inesperadamente em sua cabeça, durante uma viagem de trem em 1990. A história criada ao entorno do personagem Harry Potter ajudava Rowling a passar o tempo, enquanto enfrentava uma depressão e dificuldades financeiras.

A escritora apresentou "Harry Potter e a Pedra Filosofal", o primeiro livro da sequência, a oito editoras diferentes antes de conseguir publicá-lo, em 1997, pela Bloomsbury Press. A obra conta hoje com mais de 120 milhões de cópias comercializadas.

Toda a série Harry Potter foi traduzida para mais de 67 idiomas e vendeu cerca de 1 bilhão de exemplares até dezembro de 2011. Com o grande sucesso de seus livros, Rowling tornou-se a mulher mais rica na história da literatura.

8. Ricardo Nunes

“A dificuldade faz a gente aprender mais rápido”. A frase é de Ricardo Nunes, fundador da Ricardo Eletro e o principal acionista da Máquina de Vendas. O empresário sabe bem do que fala: seu pai morreu aos 40 anos, fazendo com que ele, filho mais velho, começasse a trabalhar para ajudar a mãe com a renda da casa.

Nunes começou, então, a vender tangerinas na porta de uma faculdade. Em pouco tempo, notou que muitas pessoas não compravam as frutas porque não queriam descascá-las. Assim, passou a vender tangerinas descascadas.

Depois de algum tempo, o empresário começou a vender liquidificadores. Vendo que existia muita concorrência no mercado, optou por uma estratégia intrigante: cobrir qualquer oferta. Por causa disso, ele conta que perdeu muito dinheiro com os liquidificadores. O lado bom era que os clientes que vinham à loja acabavam saindo de lá com outros produtos. 

No final das contas, as teorias aplicadas na venda de tangerinas e no comércio de liquidificadores deram resultado. Nunes hoje está à frente de uma rede de varejo que fatura R$ 9 bilhões por ano.

Fabiana Pires - Época

sábado, 30 de novembro de 2013

O pote rachado


Um carregador de água na Índia levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessado em seu pescoço.

Um dos potes tinha uma rachadura. Enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe, o pote rachado chegava apenas com a metade da água.

Foi assim por dois anos, diariamente: o carregador entregando um pote e meio de água na casa do chefe.

Claro que o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações.

Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas metade do que ele havia designado a fazer.

Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem, um dia a beira do poço:

- Estou envergonhado e quero pedir-lhe desculpas.-

- Por quê? – perguntou o homem, – de que você esta envergonhado? -

- Nestes dois anos eu fui capaz de entregar apenas a metade de minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa de seu chefe. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho e não ganha o salário completo pelos seus esforços – disse o pote.

O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão, falou: – Quando retornarmos para a casa do meu chefe, quero que percebas as flores ao longo do caminho. -

De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou as flores selvagens ao longo do caminho e isto lhe deu certo ânimo.

Mas ao final da estrada, o pote rachado ainda se sentia mal porque tinha a metade e de novo, pediu desculpas ao homem por sua falha. Disse, então, o homem ao pote:


- Você notou que pelo caminho só havia flores do seu lado? Eu, ao conhecer o seu defeito, tirei vantagem dele e lancei sementes de flores no seu caminho. E cada dia, enquanto voltávamos do poço, você as regava. Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa do meu chefe. Sem você ser do jeito que é ele não poderia ter esta beleza para dar graça a sua casa.

Fases da vida

Quantas vezes nos precipitamos em julgar alguém e, depois de algum tempo, vemos que estávamos totalmente errados. 

É um erro grave, pois através desse equívoco, podemos jogar na “lama”, a reputação e a credibilidade de uma pessoa. 

Um pai resolveu dar bom ensinamento para seus quatro filhos. 

Mandou-os para o mesmo local, mas em diferentes épocas do ano. 

O primeiro foi no inverno, o segundo, na primavera, o terceiro, no verão e o último no outono. No final das idas dos filhos ao local, o pai os reuniu e pediu que relatassem o que tinham visto. 

O primeiro disse que as árvores eram muito feias e não tinham nenhum atrativo. 
O segundo discordou e disse que as árvores eram verdes e cheias de brotinhos. Poderiam ter um bom futuro próximo. 

O terceiro, indignado, disse que estavam totalmente errados, pois elas estavam com um aroma delicioso, floridas e lindas. 
O último filho discordou também de todos e disse que as árvores estavam cheias de frutos e que a cena era maravilhosa. 

O pai ouviu os filhos com atenção e no final do relato de todos, disse: “Na verdade, todos vocês viram as mesmas árvores, porém, em diferentes estações. E que fique a lição, meus filhos, não julguem uma árvore ou pessoas em diferentes épocas da sua vida”. 

Por isso amigos, lembrem-se sempre: Cuide das fases de sua vida e não permita que a dor de apenas uma “estação” destrua a alegria de todas as outras. 

Quanto à fase da vida das outras pessoas, não faça pré-julgamentos, pois pode estar diante de uma pessoa que se encontra no mais profundo e tenebroso “inverno”. 
Portanto: “Oriente sua mente e mude a sua vida”.

sábado, 9 de novembro de 2013

Ainda as mães meninas

Perde-se nas trevas de um passado que ninguém conheceu ou lembra a época em que nossas avós se casavam com 12 ou 13 anos de idade. Aos 14, já carregavam nos braços o primeiro filho. Nem por isso elas deixavam de dar conta da casa, de cozinhar, lavar, passar, fazer sabão, criar galinhas, amassar pão… e uma infinidade de outras obrigações. Ninguém ouvira ainda falar sobre creche, babá, “baby-sitter”, essas coisas. Com muita sorte, a mãe adolescente, se tanto, recebia ajuda de uma criança pouco mais nova do que ela – irmã, prima ou vizinha – a quem, por instantes, confiava seu nenê. Contudo, o que arrumava, muitas vezes, era nova fonte de preocupação. Essa adulta de 14 anos passava a ter duas crianças sob seus cuidados.
Passou o tempo. Os costumes mudaram. A vida hoje é diferente. Quando nos procuram para tratar de casamento, os jovens andam por volta dos 30 anos.Vez por outra, a carinha quase infantil de uma noiva me confunde. Mas já completou 28, 30 ou um pouquinho mais. Acabou o casamento de adolescentes. Se aparece noiva de 16, 18 anos, a gente aconselha a refletir mais. A retardar uma decisão tão importante para si e para tantas pessoas que a amam. Pois não há de ver que neste final de outubro os jornais trouxeram uma notícia aterradora? Saiu, com todas as letras: “Brasil gasta R$ 7 bi com gravidez na adolescência”. É conclusão de estudo das Nações Unidas. Diz que o “Brasil conseguiria acumular R$ 7 bilhões a mais na arrecadação anual, se adolescentes adiassem a gravidez até depois dos 20 anos”. Nos países em desenvolvimento, por dia (atenção, por dia!), 70 mil meninas abaixo dos 18 anos dão à luz. Dessas, 200 morrem por complicações da gravidez ou do parto. Faz mais de 15 anos, escrevi sobre o assunto o texto “Mães meninas”. Se algo mudou foi, pelo que agora percebo, para pior. O problema não é só dos pais da garota. Afeta a sociedade por inteiro. A mesma sociedade que incentiva qualquer forma de prazer. Em especial o sexo desbragado, irresponsável.
A sociedade admite exigências para jovem dirigir automóvel. Para abrir empresa. Para usar cartão de crédito. Para assinar escritura de propriedade. Para viajar desacompanhado (a) ao Exterior. Há leis para muitas coisas que os jovens gostam de praticar, mas para as quais não estão ainda preparados. Ninguém discorda. Afinal está em jogo o bem comum, que se sobrepõe ao interesse ou ao gosto pessoal.
Em se tratando, porém, do exercício da sexualidade, aí qualquer norma é taxada de censura. Obscurantismo medieval, destruição da liberdade. Pois as pessoas têm direito de fazer o que bem entenderem. Admitem-se (até se incentivam) práticas cujas consequências as vítimas carregarão por toda a vida. Mas que ninguém se meta: as pessoas são livres!
Só um exemplo: tolera-se qualquer tipo de entretenimento para nossos jovens. Até aqueles que fazem apologia dos mais baixos instintos. Tornaram-se comuns “festas” movidas por álcool e outras drogas além de “melodias” que convidam a desfrutar da mulher como de simples objeto de prazer. Aclamam-se as garotas que se expõem, que se oferecem. Os promotores do evento pouco estão se lixando para os frutos da “diversão” que organizam. Influenciáveis como são, o(a)s adolescentes tornam-se presas fáceis nas garras desses abutres.
Sobra para os pais consertar depois o estrago. Se conseguirem.Ripado do Blog do 
Rigon.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

A filosofia da formiga

Eu aprendi com Jim Rohn, um dos maiores filósofos americanos da atualidade, este singelo porém poderoso conceito. A filosofia da formiga. 

Eu passei a admirar as formigas e acho que todos nós deveríamos observar um pouco mais como elas se comportam em seu dia a dia. As formigas têm uma incrível filosofia dividida em quatro partes:

Primeira parte
Formigas nunca desistem
Essa é uma incrível forma de encarar a vida. Sempre que uma formiga tem um objetivo, veja como ela procede. Se você colocar um obstáculo à sua frente ela irá subir pelo obstáculo, irá dar a volta, irá passar por baixo, irá buscar todas as alternativas, se for preciso ela contornará o aposento inteiro para ultrapassar o obstáculo, mas não voltará atrás. Que filosofia fabulosa essa de nunca desistir de buscar a maneira de chegar até onde se propôs, para atingir o seu objetivo.

Segunda parte
Formigas pensam "inverno" durante todo o verão
Essa é outra perspectiva importante para se olhar a vida. Eu não estou dizendo que devemos ficar preocupados com o futuro, com tempos ruins que poderão vir, nada disso. Apenas que nós não podemos ser tão ingênuos de achar que o verão vai durar para sempre. Assim, as formigas trabalham, colhem e guardam durante o verão, para ter o suprimento quando o inverno chegar. Pense além do verão, pois com certeza uma hora ele acaba.

A terceira parte da filosofia da formiga é justamente para amenizar a segunda.
Formigas pensam "verão" durante todo o inverno
E como isso também é importante. Durante o inverno as formigas lembram para elas mesmas que "esse frio, chuva e céu escuro não irá durar para sempre; logo nós estaremos fora na grama verde novamente". E no primeiro dia de calor elas já aparecem em todos os lugares. Se entrar uma frente fria nos primeiros dias da primavera elas se recolhem mais um pouco, mas sabem que uma hora o inverno acaba. Não irá durar para sempre.

Quarta parte
E agora a última parte da filosofia da formiga: quanto uma formiga deverá juntar durante o verão para passar o inverno? A resposta é tudo que ela puder. Que filosofia incrível essa de "tudo quanto eu puder fazer enquanto posso fazer". Ela nos remete a um outro conceito que está inerente aos resultados na vida. Ação positiva, Uau !! Que seminário ou palestra fabulosa isso daria. O Seminário da formiga, nunca desista, pense à frente, mantenha-se positivo, junte o que puder. Que auto-estima elevada e que motivação positiva terão os que praticarem a filosofia da formiga.
Wilson Meiler

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Ricos não deixam riquezas para os filhos.


Conheça os ricaços que não deixarão suas fortunas para os filhos


Warren Buffett


O magnata dos negócios Warren Buffett é um excelente investidor e filantropo. Presidente do conselho e diretor executivo da Berkshire Hathaway, ele prometeu doar 99% de sua fortuna antes de morrer. Começou anunciando o direcionamento de 83% para a Fundação Gates, de acordo com a revista "Fortune". Buffett afirmou que quer dar aos seus filhos "o suficiente para que eles sintam que podem fazer tudo, mas não o bastante para que eles acharem que não precisam fazer nada".

Michael Bloomberg


O empresário e político norte-americano Michael Bloomberg recebe um dólar por ano por seu trabalho como prefeito de Nova York. Isso porque seu patrimônio líquido já está acumulado em 19,5 milhões de dólares. Mas Bloomberg também é um ávido filantropo e já doou milhões para a Universidade Johns Hopkins, a Carnegie Corporation e diversas instituições sem fins lucrativos. Em carta à "The Giving Pledge" - uma campanha que estimula as pessoas mais ricas do mundo a doarem grande parte de suas fortunas para causas sociais -, ele afirmou que "boa parte do meu patrimônio será doado daqui a alguns anos ou deixado para a minha fundação".

Gene Simmons


Guitarrista, baixista e fundador da banda de rock Kiss, Gene Simmons pode ser considerado um homem que construiu sua carreira sozinho. Nascido em Israel, ele se mudou para o bairro do Queens, nos EUA, com a mãe e começou um grupo que acabaria vendendo mais de 100 milhões de discos ao longo dos anos. Simmons quer o mesmo para seus filhos Nick e Sophie. Ele disse para a CNBC (um canal de negócios da NBC) uma vez que "em termos de herança, eles terão o suficiente para viverem seguros, mas não ficarão ricos com a minha fortuna. Isso faria com que eles levantassem todos os dias da cama e saíssem para trabalhar, traçando os próprios caminhos". Ainda não se sabe para onde vão os 300 milhões de dólares do roqueiro depois que ele se for.

Bill Gates


O fundador e CEO da Microsoft, Bill Gates, é o segundo homem mais rico do mundo, segundo a Forbes. Mas ele e a esposa Melinda não estão interessados em guardar o dinheiro para eles mesmos ou para os filhos. "Eu não iria gostar da ideia de dar tudo para os meus filhos. Isso não seria bom para eles ou para a sociedade", disse ao jornal "The Sun", em 2010. Em 1994, o casal fundou a fundação Bill & Melinda Gates, que hoje já possui 37 bilhões de dólares em ativos e ajuda a desenvolver pesquisas para cura da Aids. A organização foi a responsável pela criação da campanha "The Giving Pledge", que convida as pessoas mais ricas do mundo a doar grande parte de suas fortunas.

Jackie Chan


O ator Jackie Chan anunciou em 2011 a decisão de doar metade da sua fortuna para associações de caridade quando morrer. Ele ainda acrescentou que não planeja deixar para seu filho Jaycee todos os milhões de dólares que ganhou ao longo da carreira. "Se ele for capaz, vai saber ganhar o próprio dinheiro. Se não for, estará apenas desperdiçando o meu", declarou ao canal "NewsAsia"

Pierre Omidyar


Desde que Pierre Omidyar se tornou um bilionário, aos 31 anos, o fundador do eBay fez das doações um trabalho. A maioria de sua fortuna vai para os mais necessitados ao invés de para seus três filhos, de acordo com a revista "Forbes". Ele iniciou sua participação no "The Giving Pledge" em 2010 e continuamente transfere ações do eBay para o seu próprio fundo filantrópico chamado Omidyar Network. Pierre e a esposa são os maiores doadores para a campanha que luta contra a indústria do tráfico humano.

Nigella Lawson


A chef de cozinha Nigella Lawson é uma autora britânica best-seller e uma personalidade televisiva. Fez a sua fortuna antes mesmo de se casar com magnata da publicidade e colecionador de arte, Charles Saatchi. Embora ela tenha nascido em uma família rica, não pretende dar a mesma vantagem aos seus dois filhos. "Estou determinada a não deixar meus filhos em uma situação financeira segura. Não ter que ganhar dinheiro é um fato que destrói as pessoas", afirmou. Ela justificou dizendo que não pretende deixar seus filhos completamente desamparados financeiramenta, mas acrescentou que eles terão de se sustentar quando terminarem a escola

Ted Turner


Robert Edward Turner, magnata da mídia e filantropo conhecido como Ted Turner, é um dos grandes sócios do grupo Time Warner. Conhecido não só por ganhar dinheiro, também é popular por fazer recorrentes doações. Depois de fazer sua fortuna com a fundação dos canais CNN e TBS, Turner já chegou a doar literalmente bilhões de dólares para causas sociais, como a Fundação das Nações Unidas. O empresário tem cinco filhos, frutos de três casamentos, mas eles não devem esperar uma gorda herança do pai, que disse, em 2010, estar "quase à beira da pobreza" e que só queria dinheiro suficiente para cobrir os gastos quando ele morrer.

Andrew Lloyd Webber


Tendo acumulado centenas de milhões de dólares e se tornado um dos maiores compositores teatrais do mundo, Andrew Lloyd Webber pretende usar sua fortuna para encorajar o ensinamento das artes. Ele disse uma vez que "testamento é uma coisa que você começa a pensar quando chega na minha idade. Eu não acho que deveria ter peso sobre crianças e netos. Ele deve ser usado para inventivar as artes". Os cinco filhos do compositor ficarão com o suficiente para se manterem, mas a maior parte irá para programas de arte.

George Lucas


O produtor e diretor George Lucas começou a participar da campanha "The Giving Pledge" em julho de 2010, prometendo doar, pelo menos, metade da sua fortuna para instituições de caridade. "Dedico a maioria de todo o meu dinheiro no aprimoramento da educação", disse. Pai de quatro filhos, George declarou que iria vender a LucasFilm para a Disney por 4 bilhões de dólares e destinaria toda a renda para doação.

Revista Veja

domingo, 4 de agosto de 2013

O professor que reprovou a classe inteira

O professor que reprovou a classe inteira

Rene Magritte
Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.

Esta classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.

O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas." 

Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas'. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um "A".

Após calculada a média da primeira prova todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como um resultado, a segunda média das provas foi "D". Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um "F". As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina... Para sua total surpresa.

O professor explicou: 
"o experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto o exemplo de Cuba, Coréia do Norte, Venezuela e o Brasil e Argentina, que estão chegando lá.."

1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;
2. Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;
3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;
4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividí-la
5. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

Estas premissas são, praticamente todas, inspiradas no Decálogo de Abraam Lincoln (1809 - 1865), 16º Presidente dos Estados Unidos da América:

1 - Você não pode criar prosperidade desalentando a Iniciativa Própria;
2 - Você não pode fortalecer o fraco, enfraquecendo o forte;
3 - Você não pode ajudar os pequenos, esmagando os grandes;
4 - Você não pode ajudar o pobre, destruindo o rico;
5 - Você não pode elevar o salário, pressionando a quem paga o salário;
6 - Você não pode resolver seus problemas enquanto gasta mais do que ganha;
7 - Você não pode promover a fraternidade da humanidade, admitindo e incitando o ódio de classes;
8 - Você não pode garantir uma adequada segurança com dinheiro emprestado;
9 - Você não pode formar o caráter e o valor do homem lhe tirando sua independência (liberdade) e iniciativa;
10 - Você não pode ajudar aos homens permanentemente, realizando por eles o que eles podem e devem fazer por si mesmos

quinta-feira, 20 de junho de 2013

“Crise profunda” com indústria e emprego em alta?

“Crise profunda” com indústria e emprego em alta?

20 de Jun de 2013 | 14:06
Os dados divulgados esta manhã pelo IBGE mostram que “crise”, mesmo, só existe no mercado financeiro e cambial, puxada por fatores externos: basicamente, a perspectiva de alta dos juros dos títulos do Tesouro dos EUA.
O índice de desemprego continua em patamares baixíssimos, 5,8%, de fazer inveja a uma Europa que se debate com um índice de desocupação que anda nos dois dígitos e, mesmo com a recente recuperação, nada pelos 7,5% e que, para os otimistas, só em 2016, baixará para 6,5%,
Também parou a erosão do rendimento do trabalho de fato ocorrida em janeiro.
Mas estamos “em crise”, não é?
E os adversários políticos e a mídia deitam falação sobre o que tem e o que não tem de ser feito.
Então, vamos dar uma refrescada na memória que não termina no gráfico aí de cima.
Em maio de 2003, logo após a posse de Lula, a renda média mensal dos trabalhadores brasileiros era de R$ 1.444,14, em dinheiro de hoje, corrigido pela inflação.
Dez anos depois é de R$ 1.863,60, 29% maior, em valores reais, deflacionados.
A massa total de salários, que soma tudo o que é recebido como rendimento do trabalho cresceu ainda mais, com o aumento da população empregada.
Passamos de R$ 26,8 bilhões, em 2003 (sempre em valores de hoje) para R$ 43.3 bilhões. Um salto de 62,8%, em valores reais.
Alguém duvida que foi isso que alimentou a expansão da economia brasileira, muito mais do que qualquer fluxo de capital estrangeiro?
É preciso manter o sangue-frio e não jogar fora a criança junto com a água do barco.
Estamos assistindo a um possível refluxo da “enxurrada de dólares” que a crise nos países desenvolvidos despejou sobre nós. As reservas brasileiras, imensamente maiores do que eram há uma década, são uma espécie de “tanque” que tem capacidade além da necessária para equilibrar a maré.
O que não é possível é, em nome do fluxo de capitais financeiros, destruirmos as bases reais da economia: produção, emprego, renda e consumo.
Por: Fernando Brito